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Andreia Tokutake fala sobre envelhecer com saúde e autonomia

Com mais autocuidado e consciência, mulheres encaram os 40 e 50 anos como recomeço e não como fim

Nas redes sociais, Andreia compartilha sua rotina de treinos, viagens e dia a dia
Nas redes sociais, Andreia compartilha sua rotina de treinos, viagens e dia a dia -

Mariele Alexandra Zanin

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Com o passar dos anos, a forma de encarar o envelhecimento mudou. Se antes chegar aos 40 ou 50 anos era visto como um marco de limitações, hoje, cada vez mais mulheres enxergam essa fase como um novo começo.

Esse é o olhar da atleta fisiculturista Andreia Tokutake, entrevistada do Viver Bem, que compartilha sua experiência com o autocuidado e o envelhecimento ativo. “Eu acredito muito que hoje as mulheres estão muito mais preocupadas com a saúde e com a autonomia a longo prazo. Elas treinam mais, cuidam da alimentação, da mente e do autoconhecimento”, destaca.

Segundo Andreia, diferente das gerações anteriores, as mulheres não veem mais a maturidade como um ponto final. “Antes, parecia que aos 40 anos tudo acabava. Hoje, muitas encaram como um recomeço. É o momento de olhar para si, de se redescobrir”, afirma.

Ela também ressalta que cada fase da vida traz novas possibilidades. “Aos 30, muitas ainda estão focadas na carreira. Depois vem a maternidade, outras responsabilidades… mas aos 50, a sensação é de liberdade. Você tem mais tempo e consciência. E, muitas vezes, consegue fazer mais do que fazia aos 20”, pontua.

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A atleta Andreia Tokutake destaca que o envelhecimento feminino vem sendo ressignificado, com mais foco em saúde, autonomia e bem-estar. Ela reforça a import... | Autor: aRede.info

Outro ponto importante é a chegada da menopausa, que ainda gera dúvidas e inseguranças. Para Andreia, informação e acompanhamento fazem toda a diferença. “Não é o fim. É uma nova fase. A mulher se transforma, e existem recursos para passar por isso com mais tranquilidade”, explica.

Ela destaca o papel da atividade física nesse processo. “A musculação é essencial para manter a massa muscular, porque a gente perde naturalmente. Além disso, ajuda muito no equilíbrio emocional”, comenta.

A atleta também reforça a importância de buscar orientação profissional. “Sempre coloque um médico ou nutricionista à frente. A suplementação, por exemplo, precisa ser orientada. Cada corpo tem uma necessidade”, alerta.

Mais do que estética, o foco está na qualidade de vida a longo prazo. “O grande objetivo é a autonomia. Eu treino hoje para ter independência aos 70 anos, para subir escada, entrar no carro, viver bem”, afirma.

Para quem ainda não começou, Andreia deixa um recado direto: “Nunca é tarde. Se priorizar é um ato de amor-próprio. Pelo menos uma hora do seu dia pode transformar sua vida”. E reforça: “Não é o fim. É o começo de uma fase surpreendente. Eu tenho certeza disso”.

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