Aula com o JM em Jaguariaíva aborda as mudanças climáticas

Com manchete do Jornal da Manhã, materiais da Secretaria de Educação e amplo estudo ambiental, alunos do 5º ano A da Escola Júlio de Mesquita Filho imergiram no assunto

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Com manchete do Jornal da Manhã, materiais da Secretaria de Educação e amplo estudo ambiental, alunos do 5º ano A da Escola Júlio de Mesquita Filho imergiram no assunto | Autor:

Dhiego Tchmolo

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Com manchete do Jornal da Manhã, materiais da Secretaria de Educação e amplo estudo ambiental, alunos do 5º ano A da Escola Júlio de Mesquita Filho imergiram no assunto

O 5º ano A da Escola Municipal Júlio de Mesquita Filho em Jaguariaíva, sob coordenação da professora Maria Virgínia Prestes Koppen, desenvolveu um amplo trabalho voltado à questão das mudanças climáticas e tópicos da educação ambiental. A docente explica as principais características trabalhadas junto à turma.

“O aquecimento global, principal fator de risco ligado ao futuro da humanidade, devido aos gases poluentes, preencheram o espaço sideral, substituindo o oxigênio indispensável à vida pelo gás carbônico tão prejudicial ao ecossistema. Por este motivo, a preocupação com a educação ambiental despertou nos alunos do 5º ano A o interesse em desenvolver atividades voltadas ao tema”, destaca a docente.

Assim, na semana de 9 a 13 de agosto, utilizando o Jornal da Manhã como recurso pedagógico, a Cartilha da Justiça e o livro ‘Que lixo é esse?’, disponibilizado pela Secretaria Municipal de Educação de Jaguariaíva, os alunos trabalharam o tema. Também, foi selecionada a manchete do dia 28 de julho de 2021 que, segundo a educadora, contava com uma “divulgação causadora de suspense”: uma intensa onda de frio atingiria Ponta Grossa a partir daquela data.

“Reconheceram, também, que a exploração em demasia dos recursos naturais e o excesso de lixo no solo abalam as estruturas do nosso planeta, conduzindo-o a vulnerabilidade catastróficas. Entenderam que a fumaça proveniente da queimada de florestas, poluição dos canos de escapes dos carros, incineração de acúmulos de lixo em quintais e gases químicos exalados pela chaminés causam perfuração na camada de ozônio, espécie de cobertor da Terra, deixando-a ao relente do excesso de frio ou calor”, complementa Maria Virgínia.

Por fim, a professora elenca os principais pontos e sentimentos causados pelo trabalho sobre as mudanças climáticas. “Uma visão panorâmica relacionada ao quadro atual, principalmente poluição do ar, causou comoção nos estudantes, os quais levaram consigo a missão de observar cenas que retratam crimes ambientais e, se possível, registrá-las”, conclui a educadora.

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