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Câmara aprova merenda remanescente para profissionais da educação em PG

A merenda remanescente poderá ser disponibilizada aos professores e demais funcionários no momento do consumo, desde que estejam em efetivo exercício de suas funções

A proposta busca evitar o desperdício de alimentos preparados e não consumidos pelos estudantes
A proposta busca evitar o desperdício de alimentos preparados e não consumidos pelos estudantes -

Publicado Por João Iansen

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Na Sessão Ordinária desta segunda-feira (17), o plenário da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) aprovou em primeira discussão o projeto de lei 162/2026, que autoriza o fornecimento de merenda escolar remanescente aos professores e demais profissionais da educação em efetivo exercício nas escolas públicas municipais. De autoria do vereador Guilherme Mazer (PT), a proposta busca evitar o desperdício de alimentos preparados e não consumidos pelos estudantes, além de promover a integração da comunidade escolar.

De acordo com o projeto, a merenda remanescente poderá ser disponibilizada aos professores e demais funcionários no momento do consumo, desde que estejam em efetivo exercício de suas funções. A medida não representa acréscimo ou redução de direitos remuneratórios ou indenizatórios dos servidores, especialmente em relação ao vale-alimentação ou benefício equivalente.

Segundo Mazer, além de reduzir o desperdício de recursos públicos, a iniciativa possui caráter pedagógico e contribui para aproximar profissionais e estudantes. “Ao partilhar a refeição com os alunos, o professor exerce o papel de educador também no momento da alimentação, incentivando hábitos saudáveis e fortalecendo o vínculo afetivo-pedagógico”, destacou o vereador.

RESUMO

Aprovação do projeto: A Câmara de Ponta Grossa aprovou em primeira discussão o PL 162/2026, que autoriza a distribuição de sobras da merenda escolar para professores e funcionários das escolas municipais.

Sem impacto salarial: De autoria do vereador Guilherme Mazer (PT), a proposta deixa claro que a refeição ofertada não altera direitos trabalhistas nem impacta benefícios como o vale-alimentação.

Combate ao desperdício e vinculo pedagógico: O objetivo é reaproveitar alimentos prontos não consumidos pelos alunos, além de aproximar servidores e estudantes durante o momento da alimentação.

Com informações da assessoria de imprensa.

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