Fórum discute direitos da Mulher em PG na próxima semana
Iniciativa prevê debater a importância da participação feminina na construção de políticas públicas

A participação das mulheres nos espaços de decisão e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à garantia de direitos serão alguns dos temas debatidos durante o 'V Fórum Municipal dos Direitos da Mulher', promovido pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG), por meio da Secretaria Municipal da Família e Desenvolvimento Social (SMFDS) e pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM/PG).
O evento acontece em 8 de maio e será realizado a partir das 8h30, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, localizado na rua Santos Dumont, nº 1234, no Centro. O encontro busca ampliar o diálogo entre poder público e sociedade civil sobre a importância da participação feminina na construção de políticas públicas mais efetivas. A grande procura pelas inscrições, encerradas após o preenchimento total das vagas disponíveis, demonstra o interesse da comunidade no debate sobre a atuação das mulheres nos espaços de representação e decisão.
Também será realizada a eleição das entidades não governamentais que irão compor o Conselho, garantindo a renovação e a representatividade das instituições que atuam no debate das políticas públicas.
O CMDM desempenha papel estratégico na proposição, debate e fiscalização de políticas públicas voltadas às mulheres, abrangendo áreas essenciais como o enfrentamento à violência, proteção, a autonomia e participação social. O envolvimento da sociedade civil neste processo é o que permite que as demandas do município sejam transformadas em políticas públicas mais eficientes e inclusivas.
Para a diretora do 'Departamento da Mulher' da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, Bruna Balsano, espaços como o Fórum fortalecem a representatividade e garantem que as decisões do poder público estejam alinhadas às necessidades da realidade das mulheres.
“Quando as mulheres e as entidades participam desses espaços, conseguimos construir políticas públicas mais conectadas com a realidade da população. A procura pelo Fórum, que alcançou a capacidade máxima de inscrições, mostra que a comunidade quer participar dessas discussões e contribuir com esse processo. É ouvindo diferentes experiências e demandas que o poder público consegue avançar em ações mais efetivas, plurais e representativas”, destaca.
Protagonismo e participação
A participação da sociedade civil no 'V Fórum Municipal dos Direitos da Mulher' e das entidades representativas é fundamental para fortalecer o diálogo entre o poder público e a comunidade, assegurar a diversidade de vozes na construção de políticas públicas mais eficazes e inclusivas e na composição do Conselho.
O Fórum também representa um espaço de escuta e articulação entre instituições que atuam diretamente em diferentes áreas da garantia de direitos. O objetivo é que, com mais vozes participando da eleição e dos debates, as políticas públicas sobre mulheres sejam mais transparentes e alcancem quem mais precisa.
Confira abaixo um resumo da notícia
- Engajamento e Lotação Esgotada: o evento, que acontece no dia 8 de maio no Sindicato dos Servidores Públicos, teve uma procura tão alta que as inscrições já foram encerradas. O foco central será o protagonismo feminino nos espaços de decisão e o diálogo direto entre a sociedade civil e o poder público para criar ações mais assertivas e inclusivas;
- Renovação do Conselho (CMDM): um dos pontos altos do Fórum será a eleição das entidades não governamentais que comporão o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher. Essa etapa é crucial para garantir que as instituições que atuam na ponta do sistema tenham cadeira cativa na fiscalização e na proposição de novas leis e projetos;
- Foco em Políticas Reais: a pauta não ficará apenas na teoria; o debate abrangerá áreas críticas como o enfrentamento à violência, autonomia financeira e proteção social. Segundo a diretora Bruna Balsano, o objetivo é garantir que as decisões da prefeitura deixem de ser apenas burocráticas e passem a refletir a realidade e as dores das mulheres ponta-grossenses.
Com informações: Assessoria de Imprensa.





















