Setor produtivo vai a Brasília nesta quarta para discutir serviço de energia de Ponta Grossa | aRede
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Setor produtivo vai a Brasília nesta quarta para discutir serviço de energia de Ponta Grossa

Comitiva organizada pela Acipg estima que perdas mensais das indústrias instaladas na região chega a aproximadamente R$ 12 milhões em decorrência das quedas de energia elétrica no Distrito Industrial

A Acipg estima que quedas de energia e flutuação de tensão afetam o Distrito Industrial de Ponta Grossa com perdas mensais de R$ 12 milhões
A Acipg estima que quedas de energia e flutuação de tensão afetam o Distrito Industrial de Ponta Grossa com perdas mensais de R$ 12 milhões -

Lilian Magalhães

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Representantes do setor produtivo de Ponta Grossa reúnem uma comitiva rumo à Brasília para discutir a qualidade do serviço de energia elétrica do município na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

Estão confirmadas as presenças do novo presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de ponta Grossa (Acipg), Leonardo Puppi Bernardi, seu vice, Rafel Issa Rickli, e o gestor de Manutenção e Projetos da Tetra Pak, André Costa, que também integra o Núcleo das Indústrias (NDI 30+) de Ponta Grossa.

Em entrevista concedida à Redação do Grupo aRede, assim que sua chapa foi aclamada para dirigir a Acipg, Leonardo afirmou que a principal demanda a ser discutida com a Aneel se dá pela baixa qualidade das operações de energia em Ponta Grossa.

Prejuízo de R$ 12 milhões mensais

Ele afirma que os pedidos à Companhia Paranense de Energia - Copel já se esgotaram, e o grupo entendeu que será necessário ir até a sede da Agência para pleitear soluções referentes à "micro-quedas" de energia, que afetam empresas e indústrias instaladas no município e região.

O argumento de Leonardo é fortalecido pela opinião de Giorgia Bin Bochenek, que presidiu a Acipg até 2026. Segundo a empresária, as 'pequenas' quedas de energia impactam o fluxo produtivo de empresas com altas cargas. "Até resetar e fazer com que o sistema volte a funcionar, é um prejuízo enorme", avaliou Giorgia.

Em nota enviada à Redação, a Acipg afirma que o número estimado de perdas mensais das indústrias instaladas na região chega a aproximadamente R$ 12 milhões em decorrência da "flutuação de tensão e constantes quedas de energia que afetam o Distrito Industrial da cidade", escreveu. Portanto, o encontro com a agência reguladora pode trazer propostas para solucionar o fornecimento de energia a um dos principais polos industriais do estado.

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