Homem morre após ser atropelado na BR-376 em Ponta Grossa
Acidente aconteceu na noite dessa sexta-feira (15), nas proximidades do acesso ao Parque Estadual de Vila Velha. Vítima seria uma pessoa em situação de vulnerabilidade social

Um atropelamento resultou na morte de um homem, na noite dessa sexta-feira (15), na BR-376, em Ponta Grossa. O atropelamento aconteceu na altura do quilômetro 513 da rodovia, nas proximidades do acesso ao Parque Estadual de Vila Velha. O homem atropelado estava sem documentos e não foi identificado - de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), seria uma pessoa em situação de vulnerabilidade social. Estima-se que ele tenha 45 anos.
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Em entrevista exclusiva ao repórter Marcio Lopes do Portal aRede, o policial rodoviário André Diniz relatou que uma equipe estava retornando de um patrulhamento quando se deparou com o corpo caído no meio da rodovia. Os policiais pararam e confirmaram que a vítima, que trajava roupa escura, estava em óbito. Testemunhas informaram que o homem estava caminhando no meio da rodovia quando foi atingido por um automóvel.
Esse automóvel, um Volkswagen Nivus, parou no posto Furnas da Polícia Rodoviária Federal, para relatar o ocorrido. O condutor, de 32 anos, confirmou que estava vindo pela estrada e tentou desviar ao ver o homem, que estava na faixa de rolamento, mas não foi possível. "Ele acabou desviando e atropelou. Mas não foi um atropelamento frontal: pelo desvio, ele fez um atropelamento lateral e lançou o corpo à frente e o corpo caiu. Ele não sabia exatamente o que tinha atropelado", explicou o PRF André Diniz. "Provavelmente um outro veículo, talvez um caminhão, que veio depois e passou por cima do corpo", completou o policial.
O automóvel apresentava danos na lateral direita: o corpo foi atingido por essa lateral, e o retrovisor do carro foi arrancado com a colisão. O condutor desse carro explicou que tinha saído de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e tinha como destino o município de Londrina, no norte do Paraná.
A Polícia Civil foi acionada, assim como a criminalística, que compareceram até a ocorrência. O Instituto Médico Legal (IML) também foi acionado, para a remoção do corpo.
































