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Abade completa 25 anos à frente de mosteiro em Ponta Grossa

Celebração neste sábado deve reunir religiosos do mundo inteiro

Evento será conduzida por Dom Bernardino, Ferreira da Costa, abade do mosteiro de Singeverga, em Portugal
Evento será conduzida por Dom Bernardino, Ferreira da Costa, abade do mosteiro de Singeverga, em Portugal -

Da Redação

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Neste sábado (26), às 16h30, em sua nova sede no distrito de Itaiacoca, os monges beneditinos da Abadia da Ressurreição estarão comemorando os 25 anos da bênção abacial de Dom André Martins. São esperados abades, abadessas, monjas e monges amigos de todos os lugares do Brasil e do exterior. Perto de 500 convites foram enviados. A celebração será conduzida por Dom Bernardino, Ferreira da Costa, abade do mosteiro de Singeverga, em Portugal.

Em 1997, o Mosteiro da Ressurreição foi elevado à condição de Abadia, pela Santa Sé.  Com isso, foi preciso realizar a eleição do primeiro abade. Dom André Martins, que já era o superior do mosteiro, foi eleito e empossado, no dia 5 de setembro de 1997. No dia 30 de novembro de 1997 ele foi abençoado ‘abade’ pelo então bispo de Ponta Grossa, Dom Murilo Krueger. 

Este ano, Dom André completa 25 anos como abade do mosteiro e 32 como superior, já que passou seis anos como prior. “Infelizmente, Dom Murilo não poderá se fazer presente, mas foi convidado um abade de Portugal muito amigo e amigos espalhados pelo Brasil todo já deram o seu ‘sim’. Vai haver um número grande de participantes. E é aberto a comunidade”, comenta Dom André.

“Essa celebração significa muito porque são 25 anos de serviços à comunidade. O abade é mais do que um superior administrativo. Ele tem a função de paternidade; de maneira que, praticamente, todos os monges foram formados por mim, exceto o que veio comigo de São Paulo para a fundação, Dom Mateus (de Salles Penteado). Hoje, não é tão comum encontrar um abade que fique tanto tempo no cargo. Eu estou aqui em Ponta Grossa desde a fundação. Deus me deu a graça de estar à frente da comunidade esses anos todos. São Bento adverte o abade que ele tem que saber reger vários temperamentos. Cada um é um. Esses anos todos fui aprendendo, porque não há curso para ser abade. Fui aprendendo a servir, a lidar, orientar cada irmão, que é um universo próprio, obra de Deus”, destaca.

Dom André, acompanhado de Dom Mateus e de Dom João Paulo Avelino da Silva, que será ordenado diácono em 18 de março, estiveram na última segunda-feira (21) com Dom Sergio Arthur Braschi. O bispo recebeu o convite para a celebração, mas não poderá acompanhar devido a compromissos já assumidos fora da cidade. “A presença da vida contemplativa em uma Diocese é uma riqueza. Temos aqui o Mosteiro da Ressurreição, masculino, o Mosteiro Portacelli, feminino, e mais as Irmãs da Adoração Perpétua, comunidades que estão em oração continuamente pela Diocese toda. No caso dos monges beneditinos, há muito tempo estão aqui. Inicialmente, a pedido de dom Geraldo (Pellanda), na ermida de Vila Velha, depois construíram o mosteiro atual e, agora, estão com a obra em Itaiacoca”, lembra o bispo. “Ver Dom André como abade completando 25 anos, seu jubileu de prata de serviço à comunidade, é motivo de grande alegria”, acrescenta.

Dom Sergio tem duas crismas em Irati, no sábado à tarde e, antes, a festa dos 50 anos de sacerdócio de Dom João Braz de Aviz em Apucarana. “Estou estudando a possibilidade de ir representando a Diocese. Dom João foi meu antecessor aqui”, argumentou.

Mosteiro

Segundo Dom André, a decisão de sair do atual espaço para o distrito de Itaiacoca atende uma necessidade. “É o local ideal, conforme o projeto de vida monástica que tínhamos quando saímos de São Paulo”, explica, citando que o mosteiro tem já uma parte construída. “Agora, estamos telhando a igreja, que é grande, muito bonita. Não sabemos quando Deus vai permitir que nos mudemos para lá. Mas, estamos tranquilos e vivendo o momento histórico”. A celebração deste sábado será na igreja nova.

Atualmente, são 32 monges, se contados os formandos. O Mosteiro da Ressurreição é muito procurado, sobretudo no final de semana, para visita, retiros individuais ou em grupos. Os monges acolhem, falam sobre vida monástica e atendem confissão. É um belíssimo espaço de evangelização.

Com informações da Assessoria de Imprensa
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