Egressa da UEPG integra centro de pesquisa em Milão

Laíse Milena Barbosa, foi aceita no Centro Jurídico da Sociedade de Informação (Infomation Society Law Center – ISLC)

Laíse Milena Barbosa é egressa do curso de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Laíse Milena Barbosa é egressa do curso de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa -

Da Redação

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Laíse Milena Barbosa, foi aceita no Centro Jurídico da Sociedade de Informação (Infomation Society Law Center – ISLC)

A egressa do curso de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Laíse Milena Barbosa, foi aceita no Centro Jurídico da Sociedade de Informação (Infomation Society Law Center – ISLC) da Universidade de Milão. Atualmente mestranda na Universidade Federal do Paraná (UFPR), Laíse participou do professo seletivo em março de 2022.

Para Laíse, a conquista foi um processo de construção. “Eu devo reconhecer o papel fundamental da UEPG como uma instituição pública que valoriza a pesquisa e a ciência”, comenta. “A Universidade desde sempre disponibilizou incentivos para minha participação em eventos e publicações, estrutura para reuniões de grupos de estudos, professores excelentes e, principalmente, possibilitou minha dedicação exclusiva à pesquisa durante a Iniciação Científica, através da bolsa da Fundação Araucária”, comenta.

O professor João Irineu de Resende Miranda foi orientador de Laíse durante a graduação na iniciação científica e no trabalho de conclusão de curso. Para ele, a aluna sempre teve vocação para a pesquisa. “Ela é persistente, séria e com uma visão de carreira. Sempre estudou muito e teve foco. Ela é um exemplo para os alunos da UEPG. A prova que nossa instituição tem ensino e pesquisa de qualidade e capacita seus alunos para uma carreira internacional”, pensa.

O ISLC é um Centro que tem como objetivo desenvolver pesquisas sobre a relação entre o Direito e a sociedade digital, em especial as transformações digitais do Direito. Uma das linhas de pesquisa aborda discursos de ódio, tema dos estudos de Laíse. “Desenvolvo estudos e trabalhos acadêmicos na temática há quase quatro anos. Senti que poderia não só contribuir muito para o Centro, mas também aprofundar ainda mais minha pesquisa”, complementa.

Laíse credita sua aprovação se deve aos seus anos de dedicação a pesquisa na área e sua experiência como editora em periódicos científicos. “O processo seletivo exigiu documentos não muito convencionais nos processos brasileiros, como carta de motivação, currículo e amostra de texto e pesquisa, tudo em inglês”, lembra.

Agora, Laíse se prepara para os próximos passos, como membro do ILSC. “Já fui comunicada da possibilidade de escrever artigos em parceria com outros membros do grupo para revistas científicas internacionais, fundação e editoração de uma revista de publicação internacional do próprio ISLC, participação e exposição no congresso internacional no final do ano e visitas curtas para conhecer a Universidade, instituições e escritórios de advocacia de Milão”, pontua.

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