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Autor da morte de estudante de Direito é condenado

Jhonatan Campos foi julgado nessa quinta-feira (7), em Ponta Grossa, e condenado a mais de 33 anos de reclusão

O réu Jhonatan Campos  foi encaminhado à penitenciária para o cumrpimento da pena
O réu Jhonatan Campos foi encaminhado à penitenciária para o cumrpimento da pena -

Da Redação

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Jhonatan Campos foi julgado nessa quinta-feira (7), em Ponta Grossa, e condenado a mais de 33 anos de reclusão

Em sessão realizada nesta quinta-feira (7), o Conselho de Sentença considerou Jhonatan Campos culpado pela morte da namorada Lidiane Oliveira, 24, e pelo atentado sofrido pela dona de casa Rosa Aparecida Oliveira. No julgamento, o Tribunal do Júri o condenou a 33 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado. A sentença foi proferida às 21 horas.

O rapaz foi julgado por homicídio triplamente qualificado (contra Lidiane) e por tentativa de homicídio (contra Rosa). Ele já era réu preso e ao final dos trabalhos foi escoltado pela Polícia Militar para uma das unidades pensais do Município, para o cumprimento da pena.

Atuando como advogado de acusação, Angelo Pilatti Junior disse que a condenação atendeu às expectativas dos familiares das duas vítimas. "Particularmente estava esperando entre 26 e 28 anos. O resultado superior a 33 anos mostra que a justiça foi feita', comenta o criminalista. Ele disse que Jhonatan matou Lidiane com várias facadas e feriu gravemente a mãe da garota com uma facada no pescoço. "A dona Rosa não morreu por milagre", comentou. Pilatti disse que o rapaz denegriu a imagem de Lidiane, ofendendo-a com acusações levianas. "Na realidade ele tinha outra mulher em Curitiba", destacou.

Rosa Aparecida não assistiu ao final da sessão por estar muito emocionada. No final do julgamento, ela abraçou Pilatti, em agradecimento. "A Justiça dos homens foi feita. Eu me sinto um pouco mais aliviada", ponderou. A sessão foi presidida pelo juiz Luiz Carlos Fortes Bittencourt. Representou o Ministério Público o promotor Rafael de Sampaio Cavichioli. Os advogados Anne Helen de Paula Nishimura e Giuliano Wendler defenderam o réu. Eles não falaram se vão recorrer da decisão.

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