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Ocupação em PG é alvo de operação da Polícia Militar

Cerca de 50 famílias ocupavam terreno nas proximidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Ação policial ocorreu na manhã deste domingo (27)

Cerca de 50 famílias ocupavam terreno nas proximidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Cerca de 50 famílias ocupavam terreno nas proximidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) -

Allyson Santos

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Cerca de 50 famílias ocupavam terreno nas proximidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Ação policial ocorreu na manhã deste domingo (27)

A Polícia Militar realizou, na manhã deste domingo (27), uma operação para retirar cerca de 50 famílias que ocupavam um terreno localizado nas proximidades da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Ponta Grossa. O líder regional da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL) e advogado, Leandro Dias, se dirigiu até a 13ª Subsdivisão Policial para responder sobre o caso. Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil - Subseção de Ponta Grossa (OAB-PG) estiveram no local da ocorrência para analisar as prerrogativas solicitadas pelo representante da ocupação.

Em entrevista concedida ao Jornal da Manhã e Portal aRede, o Major da Polícia Militar, Moreira Só, detalhou a operação. “As pesoas foram orientadas sobre a ilegalidade do ato praticado e saíram do terreno sem qualquer tipo de atrito ou confusão. Aqui existe uma área municipal e uma área federal”, afirmou. Equipes da Guarda Municipal também estavam presentes no local da ocorrência. 

O líder regional da FNL deverá responder pelo ato da invasão. Ele afirma que o imóvel é propriedade da União e, desta forma, caberia à Polícia Federal averiguar o caso. “O imóvel está abandonado e não cumpre com sua função social. Não me apresentaram a matrícula do imóvel e o mandamento legal que autorizou a operação”, justificou. A ocupação teve início durante a madrugada deste domingo. As autoridades chegaram até o local por volta das 11h. Por fim, Leandro também cita como justificativa a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 828, estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que suspende desocupações coletivas e despejos. 

Em breve novas informações

Saiba mais sobre o caso:

FNL e famílias iniciam nova ocupação em PG

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