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PR está preparado para administrar estradas pedagiadas

Governador do Paraná, secretário de Infraestrutura e Logística e deputado estadual, líder do governo na Alep, falaram ao Grupo aRede sobre o fim do pedágio.

À esquerda o secretário Sandro Alex e à direita o deputado estadual Hussein Bakri.
À esquerda o secretário Sandro Alex e à direita o deputado estadual Hussein Bakri. -

Rodolpho Bowens

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Governador do Paraná, secretário de Infraestrutura e Logística e deputado estadual, líder do governo na Alep, falaram ao Grupo aRede sobre o fim do pedágio

Em 27 de novembro, às 23h59, encerra o contrato com as atuais concessionárias do pedágio – Caminhos do Paraná, RodoNorte e Ecovias. Um dia antes, em 26 de novembro, às 23h59, acaba o contrato com a Econorte, Viapar e Ecocataratas. Foram 24 anos de serviço ao Estado do Paraná. Dessa forma, a partir de 28 de novembro, todas as praças de pedágio do Anel de Integração ficarão livres, sem nenhuma cobrança, até o acerto da nova concessão do pedágio – o que pode levar até um ano. Além dessa cobrança, os serviços de atendimento ao usuário também serão finalizados, trazendo dúvidas ao munícipes quanto a segurança das rodovias paranaenses.

Nesta sexta-feira (19), o secretário da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL), Sandro Alex, conversou com o Grupo aRede sobre essa situação. “Há uma grande força-tarefa, por parte do governo, para a finalização dos contratos. É importante para o cidadão saber que estamos finalizando algo que, desde a sua concepção, foi sempre contestado pelos paranaenses... E com razão. Ao longo das investigações, foi comprovada a existência de corrupção. Então, é necessário colocar um ponto final nesse contrato, que foi lesivo ao povo”, reforça o também deputado federal.

O novo modelo de concessão foi desenvolvido em parceria do Governo Estadual, Federal, da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), do setor produtivo e da sociedade civil organizada. Ele visa a menor tarifa, com um maior número de obras e transparência. O contrato será de 30 anos e será dividido em seis lotes de rodovias, totalizando 3.368 quilômetros. São 65% de rodovias federais e 35% estaduais. Os lotes serão leiloados de maneira separada, por meio da Bolsa de Valores. De acordo com o Governo Estadual, “será a maior concessão rodoviária da América Latina” – mais informações acesse aqui.

Lideranças opinam

Para o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), “esse contrato mal feito fica para o passado. Teremos vida nova. Um pedágio muito mais barato, com rodovias estruturadas, modernidade, wi-fi, iluminação de led em vários trechos da rodovia, e um contrato licitado na Bolsa de Valores, para que empresa picareta não possa participar dessa licitação”, explica o representante do Executivo estadual. Além disso, Ratinho Junior disse que os serviços de Samu e Siate foram fortalecidos, para que ocorram os atendimentos no período que ficará sem pedágio no Paraná.

Por fim, o deputado estadual Hussein Bakri (PSD), líder do governo na Alep, ressaltou o encerramento dos contratos com as atuais pedageiras. “Graças a Deus que está terminando. O pedágio mais caro do Brasil. Estávamos contando os dias, horas, para acabar. O estado está contratando, por meio da Assembleia, policiais da reserva, equipamentos, além de ter licitado recuperação emergencial das rodovias. Não faremos intervenções muito grandes, pois serão emergenciais (até o novo contrato). Sairemos de um modelo terrível para um muito bom”, finaliza ao questionar: “Você renovaria o atual contrato?”.

Dnit, DER e Polícia abrem pedágio

Nesta semana, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) se reuniu com representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Polícia Rodoviária Federal e Polícia Rodoviária Estadual, para discutir os planos de canalização do tráfego nas praças de pedágio, com o fim dos contratos do Anel de Integração. Para saber como será esse procedimento acesse a notícia aqui.

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