Homicídio evidencia falta de segurança no Centro de PG | aRede
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Homicídio evidencia falta de segurança no Centro de PG

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Entre março de 2014 e janeiro de 2017, quatro homicídios ocorreram na Avenida Balduíno Taques, entre a Avenida Vicente Machado e a Rua Saldanha Marinho.

            A morte de Antônio Carlos Pereira da Silva, 35 anos, na madrugada desta quarta-feira (25) evidencia um dos problemas de segurança pública no município de Ponta Grossa. De março de 2014 até hoje, quatro homicídios foram registrados no mesmo ponto da cidade – na Avenida Balduíno Taques entre a Avenida Vicente Machado e a Rua Saldanha Marinho.

A região concentra um grande número de jovens, principalmente nos finais de semana, que se reúnem para conversar e consumir bebidas alcoólicas. Além de Antônio Carlos, o empresário Rodrigo Carneiro da Silva, em 2014, e os jovens Willian Eduardo Madureira Pereira e Gleison Ruan Machado, em 2016, foram assassinados na região. O Portal aRede também já mostrou brigas que aconteceram no mesmo ponto.

            Em março de 2014, o empresário Rodrigo Carneiro, à época com 29 anos, foi agredido em frente à Igreja Universal. Ele recebeu chutes, socos e golpes de capacete em uma briga contra um grupo de pessoas. Rodrigo morreu antes da chegada das equipes de socorro no local.

            Já em agosto de 2016, Willian Eduardo Madureira Pereira, 21 anos, e Gleison Ruan Machado, 29 anos, foram assassinados a tiros. Os rapazes haviam se envolvido em uma briga e, momentos após a confusão, um homem retornou ao local e desferiu os tiros contra a dupla. Os dois foram mortos enquanto tentavam fugir – um deles pela Rua Saldanha Marinho e outro na Avenida Balduíno Taques.

            Na madrugada desta quarta, Antônio Carlos Pereira da Silva, 35 anos, foi morto na mesma região. Ainda não se possui a informação exata de onde a vítima foi atacada a facadas, mas ele se deslocou até um posto de combustíveis na Avenida Balduíno Taques para pedir ajuda. Antônio chegou a ser socorrido com vida por viaturas do Siate, mas morreu no caminho para a Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa.

            O corpo de Antônio Carlos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa. Ainda não há informações sobre a motivação do crime. A Polícia Civil investiga o caso.

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