AMTT é acusada de fazer 'arrastão' para aumentar lucros
A Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) se tornou alvo de várias críticas e ataques veiculados em um panfleto que circula na região central da cidade. O papel traz graves acusações contra o órgão e algumas denúncias envolvem diretores da AMTT, entre eles o presidente da Autarquia, Eduardo Guimarães Kalinoski. O panfleto é distribuído no centro da cidade - o papel é encontrado aos montes pelo chão e até nos para-brisas dos carros estacionados. O texto expõe supostas irregularidades cometidas por guardas da AMTT, inclusive a ação conhecida como 'arrastão'.
"O arrastão é feito em setores, os quais não tem agentes do Estar para cumprir o turno mais distantes do Centro. Ai está a explicação para quando você precisa comprar um cartão não tem ninguém, mas quando você volta para o carro a multa já está lá, e não tem nenhum agente para regularizar".
Gastos e lucros Além de 'denunciar' esse tipo de ação, o panfleto também traz vários questionamentos sobre os custos e lucros da Autarquia. "Se você pesquisar no Diário Oficial do Município, vai poder ver o valor que a autarquia paga a gráfica por cada bloco", diz o panfleto.
Acusações O papel também traz acusações diretas e claras contra o presidente da AMTT, Eduardo Kalinoski. "Enquanto o presidente da Autarquia e do Diretor de Trânsito dão entrevistas fajutas sobre radares que não multam, eles ganham muito dinheiro com blocos do ESTAR superfaturados e com o temido arrastão", diz o panfleto.
Eduardo Kalinoski O presidente da AMTT, Eduardo Kalinoski, foi procurado pela equipe de reportagem do portal aRede e, por telefone, disse apenas que orientação da assessoria de comunicação da Prefeitura era de que ele não gravasse entrevistas sobre o assunto. Eduardo revelou somente que a Prefeitura já tomou as medidas cabíveis, inclusive com o confecção de um boletim de ocorrência.





















