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Livro do Instituto Paranaense de Cegos chega às bibliotecas

Além de bibliotecas municipais do estado, “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos” está disponível para download em formato acessível para pessoas com deficiência visual e à venda no site da instituição.

O livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, escrito pelo cientista social Manoel Negraes, foi lançado no dia 18 de dezembro.
O livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, escrito pelo cientista social Manoel Negraes, foi lançado no dia 18 de dezembro. -

Da Redação

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Além de bibliotecas municipais do estado, “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos” está disponível para download em formato acessível para pessoas com deficiência visual e à venda no site da instituição

O livro “Histórias e Memórias do Instituto Paranaense de Cegos”, escrito pelo cientista social Manoel Negraes, lançado no último dia 18 de dezembro, será distribuído gratuitamente pela Biblioteca Pública do Paraná, em 2022, para bibliotecas públicas de municípios do Paraná. Além disso, a obra está sendo enviada também para instituições sociais que atendem pessoas com deficiência e de assistência a pessoas menos favorecidas de diversas cidades do país. 

Formatos acessíveis

O livro no formato acessível para pessoas com deficiência visual é gratuito. Para acessar basta fazer o download do PDF acessível ou do audiobook, no site do IPC (https://www.novoipc.org.br/institucional/livro-historias-e-memorias-do-ipc). Viabilizado pela Lei Roaunet, o livro foi produzido pela Vias Abertas — Comunicação, Cultura e Inclusão e teve o patrocínio das empresas Greca Asfaltos, Aços Continente, ACSO — Centro de Serviços em Aço, Ravato e Fermac Cargo. 

Venda da versão impressa — A versão impressa do livro pode ser comprada no também site do Instituto por R$50,00. Toda a verba arrecadada com a venda do livro será revertida para o Instituto Paranaense de Cegos (IPC).

O livro

A obra traz curiosidades e personagens que fizeram a história da instituição — referência na prestação de serviços às pessoas com deficiência visual — desde a sua fundação, em fevereiro de 1939. Além disso, leva a público informações inéditas das instituições e das pessoas cegas e com baixa visão no Brasil, por meio de um panorama desde 1835. O lançamento ocorreu no mês marcado por três datas importantes para o movimento das pessoas com deficiência — Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3), Dia Nacional da Acessibilidade (5) e o Dia Nacional do Cego (13 de dezembro).

Nas 304 páginas, Negraes enfatiza o cotidiano do IPC, os serviços oferecidos, as trocas de experiências e conhecimentos com outras instituições, as parcerias com o poder público e o apoio da sociedade civil, buscando sempre inserir, a cada década, o Instituto no contexto nacional. “O maior desafio foi costurar, com o fio do protagonismo, matérias de jornais, documentos institucionais e referências bibliográficas, no sentido de trazer ao texto a voz dos pioneiros da nossa luta”, diz Negraes. Para ele, o livro traz uma reflexão e chama a atenção para esse protagonismo, o qual representa, de um lado, a causa e o efeito da luta por educação, trabalho e cultura e, do outro lado, comprova que as pessoas com deficiência visual são seres humanos com qualidades e defeitos, erros e acertos, assim como as pessoas sem deficiência. 

Para o diretor do IPC, Ênio Rodrigues da Rosa, a obra é indispensável para pessoas com e sem deficiência visual. “De significado incomparável, trata de conhecer a história da pessoa cega pelo Brasil, das lutas sociais e da participação das pessoas com deficiência visual na história das oito décadas do Instituto”. O diretor destaca ainda que a obra é fundamental para os professores do IPC e de outras instituições que atuam no segmento. 

Sobre o autor

Manoel Negraes é cientista social e proprietário da empresa Vias Abertas — Comunicação, Cultura e Inclusão. Possui pós-graduação em Sociopsicologia, Antropologia Cultural e Tradução Audiovisual Acessível — Audiodescrição.

Com baixa visão há mais de 25 anos, vem misturando espontaneamente, nas últimas décadas, vida pessoal, ativismo, pesquisa acadêmica e atividade profissional. Atua como audiodescritor consultor, produzindo com parceiros de todo o país acessibilidade para vídeos, séries, filmes, livros, obras de arte, palestras, entre outros. Além disso, por meio de parcerias com universidades, instituições do terceiro setor e órgãos do poder público, vem trocando experiências e fortalecendo a luta pelos direitos humanos das pessoas com deficiência.

Com informações: Assessoria de Imprensa.

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