ESPORTES
Brasil aposta na força coletiva para vencer seleção norueguesa
Atacante Raphinha treinou e se aproxima de retorno à Copa do Mundo
João Bobato | 04 de julho de 2026 - 06:40
A Seleção Brasileira inicia a fase decisiva da Copa do Mundo de 2026 diante de um adversário que inspira respeito e carrega um retrospecto bastante peculiar. No domingo (5), pelas oitavas de final, o Brasil enfrenta a Noruega em busca de uma vaga entre os oito melhores do torneio, em um confronto que reúne tradição, equilíbrio histórico e um duelo individual capaz de atrair as atenções do futebol mundial: o reencontro entre o zagueiro Gabriel Magalhães e o atacante Erling Haaland.
Depois de eliminar o Japão na fase anterior, a equipe comandada por Carlo Ancelotti intensificou os treinamentos visando neutralizar a principal arma norueguesa: Haaland. O treinador tem priorizado ajustes defensivos, compactação das linhas e transições rápidas, além de avaliar alternativas para suprir ausências e administrar a condição física do elenco. O atacante Rayan, por exemplo, desfalcou uma das atividades por questões físicas, enquanto a comissão técnica monitora a recuperação de outros jogadores para definir a escalação ideal.
Apesar do favoritismo brasileiro, a Noruega chega embalada. A classificação veio após vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, com mais um gol decisivo de Haaland, que vive excelente momento e já figura entre os principais artilheiros da competição. A seleção escandinava voltou a disputar uma Copa do Mundo depois de quase três décadas e demonstra organização tática, disciplina defensiva e eficiência nas finalizações.
Endrick celebrou a convivência com Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira, em entrevista coletiva no hotel The Ridge, em Basking Ridge. O atacante, que trabalhou com o técnico no Real Madrid, reforçou que houve “encaixe” na relação entre o italiano e a Amarelinha.
“É uma convivência maravilhosa. Foi meu primeiro treinador quando cheguei na Europa. Para mim, foi uma das melhores experiências tê-lo como primeiro treinador. Foi incrível, pude aprender com ele e com o staff dele, que é muito bom. Com a Seleção não está sendo diferente. Acho que não teve encaixe melhor do que ter Ancelotti como treinador do Brasil. Esperamos seguir evoluindo, que é o mais importante para nós nesse ciclo”, disse