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Atletas de Ponta Grossa estão prontos para a São Silvestre

Entre os 32 mil inscritos para a prova deste sábado, ponta-grossenses já estão em São Paulo e tem objetivos distintos para a corrida

Márcia Sandaka e Everson Carneiro são alguns dos ponta-grossenses que estarão na prova
Márcia Sandaka e Everson Carneiro são alguns dos ponta-grossenses que estarão na prova -

Sebastião Neto

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Corredores de várias partes do país e da elite mundial da modalidade já estão em São Paulo para a disputa, na manhã deste sábado (31), da 97ª edição da tradicional Corrida de São Silvestre. Com 32 mil inscritos, o evento movimenta a capital paulista na última semana do ano desde a entrega dos kits oficiais até a corrida em si, com o início das largadas previsto para às 7h25 da manhã.

Entre as dezenas de milhares de pessoas que estão na prova, alguns ponta-grossenses seguiram para São Paulo com o objetivo de concluir os 15 quilômetros da prova de atletismo mais charmosa do país. “Fiz vários treinos durante o ano, especialmente em longas distâncias, pensando nesta prova. A gente sabe que é difícil, a ansiedade bate e a largada com muita gente é complicada também, mas sem dúvida o objetivo é completar a prova”, explica Márcia Sandaka, de 44 anos, que vai estrear na prova em 2022.

Outro corredor de Ponta Grossa que estará em ação no último dia do ano é Everson Carneiro, de 28 anos. “É a minha terceira São Silvestre e o objetivo é baixar o tempo, concluir a prova em 54 minutos e fazer a minha melhor marca aqui”, revela o ponta-grossense que segue para sua terceira participação na prova. “Concluir a São Silvestre é realizar um sonho, e se Deus quiser vou realizar de novo e aí já começar a pensar em 2023”, conta Carneiro.

Márcia e Everson integram a equipe de corrida da Cavali Atletismo e foram entrevistados pelo portal aRede e Jornal da Manhã para contar suas histórias. Ambos, inclusive, retiraram seus kits da prova nesta quinta-feira (29), no Palácio das Convenções do Anhembi.

A prova

O já conhecido trajeto difícil da ‘São Silvestre’ e a possibilidade de chuva nas horas que antecedem e durante podem complicar a vida até mesmo dos atletas de elite. “É um pouco difícil. Se fosse uma maratona em um dia chuvoso, talvez seria um pouco mais fácil, porque optaria por uma certa estratégia. Mas, como é um percurso mais curto, com muitas curvas, realmente será bem complicado”, disse o etíope Tilahun Nigussie, atual campeão da prova.

Sobre o favoritismo africano, o etíope usou a Maratona Internacional do Rio de Janeiro deste ano como exemplo para descartar uma eventual superioridade dos estrangeiros. A prova foi vencida pelo brasileiro Daniel Nascimento, principal fundista do país na atualidade e vice-campeão da São Silvestre do ano passado. “Neste ano competi na Maratona do Rio, era um dos favoritos, mas que venceu foi um brasileiro. Então qualquer um pode ser campeão”, completou.

Com informações da Gazeta Esportiva

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