Paranaenses vão às urnas para definir o governo dos próximos anos

Os eleitores paranaenses devem escolher neste domingo (05) qual dos oito candidatos comandará o Estado pelos próximos quatro anos. Embora conte com oito nomes na disputa, as pesquisas de opinião têm mostrado um cenário centralizado nas três coligações que participam destas eleições. O atual governador, Beto Richa (PSDB), lidera a corrida e conta com o apoio de 17 partidos na coligação ‘Todos Pelo Paraná’. Já o senador Roberto Requião (PMDB) segue atrás, na coligação ‘Paraná com Governo’, que reúne três partidos. A terceira colocada na disputa é a senadora Gleisi Hoffmann (PT).
A votação acontece até às 17 horas deste domingo e, caso nenhum dos candidatos consiga a maioria absoluta dos votos válidos, os eleitores do Paraná deverão retornar às urnas eletrônicas no próximo dia 26 de outubro. Se a decisão for para o segundo turno, as campanhas de rua e a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão devem retornar no próximo sábado, dia 11 de outubro, e se estender até o dia 23, três dias antes da votação definitiva.
Candidato à reeleição, governador Beto Richa (PSDB) destaca crescimento econômico no seu governo
Com o apoio de 17 partidos, o governador Beto Richa (PSDB) busca a reeleição ao Palácio do Iguaçu.Integram a coligação ‘Todos pelo Paraná’ os partidos DEM, PSB, PSD, PTB, PP, PPS, PSC, PR, SD, PSL, PSDC, PMN, PHS, PEN, PT do B e PROS, que lançou Cida Borghetti como candidata a vice do tucano. Líder nas últimas pesquisas, Richa trabalha para garantir o novo mandato ainda no primeiro turno, neste domingo.
Richa foi deputado estadual entre os anos de 1995 e 2000. Em 2005 se elegeu à Prefeitura de Curitiba, onde permaneceu até 2010, quando conquistou o Governo do Estado. Durante os programas eleitorais, o governador priorizou a industrialização e o crescimento econômico do Estado do paraná nos últimos quatro anos como bandeiras de campanha. Além da economia, Até a segunda parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação tucana havia investido R$ 4,3 milhões com as campanhas em busca da reeleição de Richa.
Senador peemedebista, Roberto Requião (PMDB) busca retomar o poder do Executivo do Estado
Ex-governador do Paraná, o senador Roberto Requião (PMDB) concorre ao Governo do Paraná pela coligação ‘Paraná com Governo’, que reúne os partidos PV e PPL. O peemedebista tenta retomar o comando do Estado e corre atrás do seu quarto mandato ao governo. Requião esteve à frente do Poder Executivo paranaense entre os anos de 1991 e 2010.
A candidatura do ex-governador foi aprovada no dia 20 de junho, durante convenção do PMDB do Paraná. Requião teve apoio de 56% dos delegados peemedebistas para oficializar sua candidatura e declinar a possibilidade do partido em apoiar o governador Beto Richa (PSDB) na reeleição.
Como vice de Requião, a coligação conta com a candidatura da deputada federal Rosane Ferreira (PV). As campanhas do PMDB têm defendido a retomada de programas de governo de Requião e concentrado críticas à atual gestão. Tarifas de água e luz também são alvo das campanhas, que não tiveram os gastos informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Gleisi quer ampliar projeto do PT no Estado
A senadora Gleisi Hoffmann (PT) é a aposta do Partido dos Trabalhadores (PT) para ampliar sua hegemonia nacional e conquistar, pela primeira vez na história, o Governo do Paraná. Nos últimos três anos, Gleisi foi chefe da Casa Civil do governo Dilma Rousseff (PT), em substituição ao ex-ministro Antonio Palocci, que pressionado por denúncias renunciou ao cargo em 2011.
Gleisi se licenciou no início deste ano para se dedicar às campanhas de governadora pela coligação ‘Paraná Olhando Para Frente’. O grupo conta com o apoio dos partidos PCdoB, PRB, PTN e PDT, que indicou o médico Haroldo Ferreira na vice da candidata petista.
Durante as campanhas, Gleisi tem se amparado em programas do Governo Federal, como o Minha Casa, Minha Vida, e promete ampliá-los no Paraná. Não foram informados os investimentos nas campanhas da coligação, na segunda parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com informações do JM





















