Requião Filho admite ampliar número de secretarias no Paraná
Requião argumentou que a discussão deve estar concentrada na função e no custo das estruturas, e não simplesmente na quantidade de pastas

Candidato ao Governo do Paraná pelo PDT, Requião Filho afirmou que não pretende estabelecer como compromisso de campanha a redução do número de secretarias estaduais e admitiu, inclusive, a possibilidade de ampliar a estrutura do primeiro escalão caso considere necessário. A declaração ocorreu durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, ao ser questionado se pretendia cortar secretarias em um eventual governo.
Requião argumentou que a discussão deve estar concentrada na função e no custo das estruturas, e não simplesmente na quantidade de pastas. Durante a entrevista, citou como exemplo a necessidade de políticas específicas para áreas como o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. “Eu não teria problema nenhum em dizer assim: vai ter mais uma secretaria para cuidar desse assunto”, afirmou.
O pedetista também criticou o que considera uma preocupação excessiva com o número de secretarias. Para Requião Filho, defender cortes apenas pelo impacto político seria uma “jogada política” e uma “jogada de marketing”. “Eu não estou preocupado com o número de secretarias, mas em ter corte de custos”, resumiu. O candidato acrescentou que, se houver necessidade de criar uma secretaria específica para atender determinada política pública, não vê problema em aumentar o número de pastas.
RESUMO
Foco no custo, não no número: Requião Filho defende que a prioridade de um governo deve ser a eficiência e o corte de custos, e não apenas a quantidade de secretarias existentes.
Abertura para ampliação: O candidato admitiu a possibilidade de criar novas pastas caso seja necessário para atender a políticas públicas específicas, citando como exemplo o combate ao feminicídio.
Crítica a cortes promocionais: O pedetista classificou a promessa de redução do número de secretarias como uma "jogada de marketing", afirmando que não se comprometerá com essa medida por razões puramente políticas.





















