Renan Santos defende redução da maioridade penal no Brasil
O candidato defendeu o fim da maioridade penal para crimes hediondos e a redução para 14 anos da maioridade penal para crimes violentos

O candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, defendeu o fim da maioridade penal para crimes hediondos e a redução para 14 anos da maioridade penal para crimes violentos.
As declarações ocorreram nesta terça-feira (18), durante o evento "Encontro com Presidenciáveis - Diálogo pelo Futuro do Brasil", promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), em Brasília.
"Todos os crimes violentos vão ter redução da maioridade penal, e crimes hediondos não têm idade penal", disse Santos a jornalistas. "Se um garoto de 12 anos estuprou alguém e levou essa pessoa a morrer, ele será julgado."
Fazenda
No mesmo evento, o candidato afirmou que já escolheu o seu ministro da Fazenda, mas declarou que o anúncio do seu nome será realizado na semana que vem. As informações são da TNOnline, parceira do Portal aRede.
A jornalistas, Renan Santos defendeu cortes de R$ 200 bilhões anuais, por meio de redução em supersalários e em renúncias tributárias, desindexação do salário mínimo e desvinculação de pisos constitucionais da saúde e da educação, entre outras medidas.
Segundo o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), um dos nomes da equipe econômica é Paulo Bijos, ex-Ministério do Planejamento e Orçamento.
RESUMO
Maioridade penal: Renan Santos defendeu o fim da maioridade penal para crimes hediondos e a redução para 14 anos em casos de crimes violentos, exemplificando que atos graves praticados por menores devem ser julgados pela Justiça.
Equipe econômica: O candidato afirmou já ter definido o titular do Ministério da Fazenda — cujo anúncio está previsto para a semana seguinte — e indicou que Paulo Bijos fará parte de sua equipe de economia.
Propostas fiscais: A agenda econômica inclui corte anual de R$ 200 bilhões por meio do combate a supersalários e renúncias tributárias, além da desindexação do salário mínimo e da desvinculação de pisos constitucionais para saúde e educação.





















