Pastor condenado por estupro mata companheira a marretadas e confessa o crime
Suspeito utilizava tornozeleira eletrônica após passar cerca de 10 anos preso pelo crime de estupro

Um pastor evangélico, de 44 anos, condenado pelo crime de estupro, matou a companheira, de 42, com golpes de marreta, em Araruama, cidade localizada no litoral do Rio de Janeiro, na Região dos Lagos.
O homem foi preso em flagrante, na manhã de quinta-feira (25), após confessar aos policiais militares que havia cometido o crime - com informações de Banda B, parceira do Portal aRede.
Pastor confessou ter matado companheira a marretada
Uma equipe do 42º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionada para atender à ocorrência, inicialmente dada como lesão corporal.
No entanto, ao chegarem ao local, os militares encontraram o suspeito do lado de fora da casa onde o casal vivia. Sem qualquer tipo de resistência, ele teria admitido aos agentes que havia matado a própria mulher.
Os policiais realizaram buscas pelo local e encontraram a vítima caída no interior da residência, já sem vida.
O Corpo de Bombeiros esteve no local e confirmou a morte da mulher. A área precisou ser isolada para o trabalho da perícia técnica.
Polícia apura o crime
Ainda conforme apurado, o suspeito utilizava tornozeleira eletrônica. Ele havia deixado o sistema prisional há cerca de um ano e meio, após cumprir cerca de dez anos de reclusão, condenado pelo crime de estupro. Os vizinhos também relataram que o homem atuava como pastor evangélico.
Depois que a perícia terminou, o homem foi levado para a 118ª DP. Lá, ele foi preso em flagrante por feminicídio.
Além da marreta usada no crime, a polícia também recolheu celulares, documentos, uma moto e outros objetos. A Polícia Civil segue investigando o caso.
Confira um resumo da notícia:
Pastor é preso após feminicídio: Homem de 44 anos matou a companheira, de 42, com golpes de marreta em Araruama (RJ). Ele confessou o crime à Polícia Militar e foi preso em flagrante.
Condenado por estupro: O suspeito utilizava tornozeleira eletrônica e havia deixado o sistema prisional há cerca de um ano e meio, após cumprir aproximadamente dez anos de prisão por estupro. Vizinhos relataram que ele atuava como pastor evangélico.
Investigação em andamento: A Polícia Civil recolheu a marreta usada no crime, além de celulares, documentos, uma motocicleta e outros objetos. O caso segue sob investigação após a confirmação da morte pela perícia e pelo Corpo de Bombeiros.





















