Projeto de Mabel que garante analgesia no parto no PR é aprovado pela Alep | aRede
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Projeto de Mabel que garante analgesia no parto no PR é aprovado pela Alep

Projeto busca assegurar a opção pelo uso de medicamento para alívio da dor durante o trabalho de parto ou no parto

Projeto da deputada estadual Mabel Canto (PP) foi aprovado pela Alep
Projeto da deputada estadual Mabel Canto (PP) foi aprovado pela Alep -

Publicado Por Milena Batista

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Foi aprovado em segunda discussão na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) nesta segunda-feira (22) o projeto de lei da deputada estadual Mabel Canto (PP) que visa ampliar os direitos da mulher dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). O obstetra Orlando Barreto, que colaborou com a elaboração da proposta, acompanhou a votação na tribuna do Plenário.

O objetivo é atualizar a Lei nº 21.926/2024 que instituiu o Código Estadual da Mulher Paranaense, acrescentando um novo artigo que assegure a opção pelo uso de analgesia por parte da gestante durante o trabalho de parto ou no parto, desde que apresente as condições clínicas adequadas e respeitando o parecer médico para o caso.

A redação final do projeto também foi aprovada na ocasião e agora ele segue para sanção do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Jr.

“A presente proposta não impõe a utilização da analgesia, tampouco interfere na autonomia técnica do profissional de saúde. Ela busca assegurar o direito de participação da mulher nas decisões relacionadas ao seu parto”, destacou Mabel Canto.

A analgesia no parto normal tem como finalidade aliviar ou suprimir a dor do trabalho de parto sem comprometer a segurança da gestante e do bebê.

O direito à informação adequada, à escolha consciente e ao acesso a métodos seguros de alívio da dor, integram o conceito de atenção humanizada à saúde, em consonância com os princípios do SUS, da dignidade da pessoa humana e da autonomia da vontade. “Trata-se, portanto, de medida que fortalece a política pública de saúde da mulher, contribui para o enfrentamento de práticas de negligência, desumanização ou violência obstétrica e reafirma o compromisso do Estado do Paraná com a promoção de uma assistência baseada em direitos, respeito e evidências científicas”, concluiu Mabel Canto.

Mabel Canto
Mabel Canto |  Foto: Divulgação
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