Operação da PF fecha três casas de exploração sexual e resgata 11 vítimas estrangeiras | aRede
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Operação da PF fecha três casas de exploração sexual e resgata 11 vítimas estrangeiras

Operação da PF aponta que mulheres paraguaias e argentinas eram atraídas ao Brasil e acabavam submetidas à exploração sexual

Operação da PF fechou três casas de exploração sexual
Operação da PF fechou três casas de exploração sexual -

Publicado por Iolanda Lima

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A Polícia Federal (PF) prendeu uma mulher e fechou três estabelecimentos suspeitos de exploração sexual durante a segunda fase da Operação Falsa Promessa, deflagrada nesta sexta-feira (29) no Oeste do Paraná. A ação também foi responsável por resgatar 11 vítimas estrangeiras.

A ação ocorreu nos municípios de Santa Helena e Entre Rios do Oeste, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de uma prisão preventiva. Segundo a PF, a investigada é apontada como uma das principais responsáveis pelos locais utilizados para exploração das vítimas.

As investigações apontam que um grupo criminoso aliciava mulheres estrangeiras em situação de vulnerabilidade, principalmente paraguaias e argentinas, com falsas promessas de trabalho. Ao chegarem ao Brasil, elas seriam submetidas a dívidas fraudulentas, ameaças, restrições de liberdade e retenção de documentos. As informações são do Portal Banda B, parceiro do Portal aRede.

A corporação abriu o inquérito no início de maio durante uma investigação para desarticular um esquema de tráfico internacional de pessoas.

Operação da PF também apreendeu dinheiro usado nas casas de exploração sexual

A Polícia Federal também apura a apropriação total ou parcial do dinheiro obtido nos programas, além da retenção de documentos de identidade, inclusive de uma criança.

De acordo com a PF, a nova fase da operação foi desencadeada após a descoberta de que as vítimas estariam sendo transferidas entre os estabelecimentos investigados para dificultar sua localização e eventual resgate.

Durante a operação, oito mulheres paraguaias e três crianças foram resgatadas. Quatro vítimas decidiram permanecer no Brasil e ingressar em programas de acolhimento. As demais retornaram ao Paraguai com apoio do consulado. Os três estabelecimentos foram interditados por determinação judicial.

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