Atirador invade casa e executa casal enquanto dormiam no Paraná
Lais Bianca Pereira Frutuoso e Igor Costa Cardoso foram mortos a tiros dentro do quarto; vítimas não tinham antecedentes e um disparo atingiu o abdômen da jovem

Um casal foi assassinado a tiros dentro da própria residência na madrugada deste sábado (14), no Jardim dos Ipês, em Sarandi, no norte do Paraná. As vítimas, identificadas como Lais Bianca Pereira Frutuoso, de 30 anos, e Igor Costa Cardoso, de 22, dormiam no momento em que o imóvel foi invadido. As informações são do Portal GMC Online e Plantão Maringá.
O crime aconteceu na rua Pioneiro Augusto Lydio Senhorini. Conforme apurado pela Polícia Civil, o autor, armado com uma pistola calibre 9 milímetros, teria arrombado a porta da cozinha e acessado a casa pelos fundos. Na sequência, foi até o quarto do casal e efetuou diversos disparos. Após a execução, o suspeito fugiu e ainda não foi localizado.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local e constataram as mortes. A perícia foi realizada pela Polícia Científica, que recolheu impressões digitais e pegadas de barro deixadas na cena do crime. A principal hipótese é que o atirador tenha passado por um terreno baldio nos fundos da residência, onde havia lama devido à chuva.
Durante a análise pericial, foi constatado que um dos tiros atingiu o abdômen de Lais. A informação de que ela estaria grávida de pouco mais de um mês passou a integrar a linha de investigação. Lais trabalhava em um shopping em Maringá e deixa dois filhos. Igor era funcionário de uma marmoraria. Segundo a polícia, ambos não possuíam antecedentes criminais.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá. Celulares das vítimas foram apreendidos e serão periciados. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
RESUMO DA MATÉRIA:
- Casal é morto a tiros dentro de casa na madrugada de sábado (14), em Sarandi.
- Suspeito invadiu o imóvel pelos fundos e fugiu após os disparos.
- Mulher atingida no abdômen estaria grávida; vítimas não tinham antecedentes criminais.




















