América do Sul não abaixará cabeça pra ninguém, diz Lula ao citar Venezuela | aRede
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América do Sul não abaixará cabeça pra ninguém, diz Lula ao citar Venezuela

Presidente reforçou que a América do Sul é um território de paz, que não possui armas nucleares

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a sessão de encerramento do 14.º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a sessão de encerramento do 14.º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) -

Publicado por Iolanda Lima

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a América do Sul “não vai abaixar a cabeça para ninguém”, ao falar sobre a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos. A fala ocorreu durante discurso no 14º Encontro Nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), em Salvador, nesta sexta-feira (23).

Lula classificou a captura de Maduro como “falta de respeito à integridade territorial de um país”. “Eu fico toda noite indignado com o que aconteceu na Venezuela. Eu não consigo acreditar”, afirmou Lula.

O presidente reforçou que a América do Sul é um território de paz, que não possui armas nucleares. “A gente não tem armas. A gente não quer guerra, mas a gente tem caráter e dignidade e a gente não vai baixar a cabeça para ninguém”, disse Lula. "O Brasil quer ter relação com os Estados Unidos, com Cuba, o Brasil quer ter relação com a China, o Brasil quer ter relação com a Índia, o que a gente não aceita mais é voltar a ser colônia para alguém mandar na gente". 

Segundo o petista, o mundo vive um enfraquecimento do multilateralismo e um avanço do unilateralismo. “Está prevalecendo a lei do mais forte”, disse. O presidente também afirmou que o mundo vive um período “muito crítico”, e que a carta da ONU (Organização das Nações Unidas) está sendo “rasgada”.

O chefe do Executivo também citou questões políticas recentes em países da América Latina, como Chile, Venezuela, Paraguai, Equador, Costa Rica e Honduras, além da eleição do presidente Donald Trump nos Estados Unidos, como parte de um contexto mais amplo de instabilidade no continente.

Com informações da CNN Brasil 

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