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Ciro declara apoio a Lula; Moro e Zema vão apoiar Bolsonaro

Anúncios foram realizados nesta terça-feira (4)

Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (União).
Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (União). -

Da Redação

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O presidente do PDT, Carlos Luppi, anunciou nesta terça-feira (4) que o partido decidiu, de maneira unânime, apoiar a candidatura do ex-presidente Lula (PT) no confronto em segundo turno com Jair Bolsonaro (PL). Lideranças pedetistas se reuniram nesta manhã em Fortaleza. “Ciro endossa integralmente a decisão do partido”, afirmou Lupi. Este é o primeiro apoio partidário oficial recebido por Lula no segundo turno.

O pedetista não adiantou se Ciro se engajará na campanha de Lula. O pedetista atacou duramente o ex-presidente, acusando-o de corrupção e chamando o PT de “organização criminosa”. Parte do eleitorado dele, segundo  Datafolha, migrou para Bolsonaro na véspera da votação. Ciro ficou na quarta colocação, com menos de 4% dos votos válidos, sua pior participação em uma eleição presidencial.

Pouco tempo depois, Ciro Gomes oficializou seu apoio à campanha de Lula. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o ex-candidato declarou que endossa a decisão do PDT, mas o fez de forma tímida: ao longo do vídeo, não citou o nome do ex-presidente, e afirmou lamentar que as eleições tenham caminhado nessa direção. Anunciou também que não pretende pleitear qualquer cargo durante um eventual governo do PT. 

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, declarou ontem voto em Lula e disse que vai levar a proposta para que o seu partido, que apoiou Simone Tebet (MDB) no primeiro turno, oficialize seu alinhamento ao petista. O PT também busca o apoio de Tebet, que prometeu se posicionar até esta terça-feira. Em entrevista ao Congresso em Foco Talk, em julho, a senadora disse que jamais apoiaria Bolsonaro em um eventual segundo turno. Mas evitou se manifestar a respeito de Lula.

Jair Bolsonaro ganhou o apoio do PSC e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reeleito em primeiro turno. O ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro, que deixou o Ministério da Justiça acusando o presidente de interferir politicamente na Polícia Federal, declarou no Twitter nesta terça que apoiará o ex-chefe.

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