Varíola dos macacos: Maringá tem primeiro caso suspeito

A paciente seria uma mulher, que está isolada até que um resultado conclusivo seja obtido

Paciente aguarda resultado de testes, mas já foi isolada
Paciente aguarda resultado de testes, mas já foi isolada -

Da Redação

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A paciente seria uma mulher, que está isolada até que um resultado conclusivo seja obtido

A Secretaria Municipal de Saúde de Maringá confirmou na manhã desta quinta-feira (14) o primeiro caso suspeito de varíola dos macacos (monkeypox) na cidade. A paciente seria uma mulher, que está isolada até que um resultado conclusivo seja obtido.

Esta paciente teria entre 20 e 30 anos. Ela teria tido contato com uma pessoa de São Paulo que também apresentou sintomas compatíveis com a doença.

Exames já foram realizados e a Secretaria agora aguarda os resultados. O isolamento da paciente é um protocolo realizado para precaução, para que não haja transmissão caso a doença se confirme.

Apesar do nome, a varíola dos macacos não tem relação com estes animais. A doença foi primeiro identificada em primatas e, depois, em humanos. Mas o surto atual não tem a ver com os macacos.

Também chamada de monkeypox, ela é provocada por um vírus e causa, entre outros sintomas, algumas lesões na pele. O contágio acontece através do contato com a pele lesionada. Não há transmissão pelo ar, como o coronavírus. Outros sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.

Casos no Paraná

No início desta semana, o terceiro caso de varíola dos macacos (monkeypox) foi confirmado no Paraná. O paciente é um homem, de 29 anos, morador de Curitiba e que viajou recentemente para São Paulo. O anúncio foi feito pela Secretaria Estadual da Saúde, que afirmou que a confirmação do diagnóstico aconteceu na última sexta-feira (8).

O Paraná já havia confirmado outros dois casos nos últimos dias, sendo dois homens de 27 e 31 anos, também residentes na capital paranaense. Já o balanço mais atualizado do Ministério da Saúde aponta que chegou a 266 o número de casos conhecidos no Brasil.

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