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Criança fica em estado grave após ser atacada por pit bull

O animal se soltou da coleira e invadiu a residência onde a vítima estava; a mãe relatou a dificuldade para conseguir que o cão largasse a cabeça da menina.

Ana Karen Oliveira Ximenes, de 1 anos e 10 meses.
Ana Karen Oliveira Ximenes, de 1 anos e 10 meses. -

Da Redação

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O animal se soltou da coleira e invadiu a residência onde a vítima estava; a mãe relatou a dificuldade para conseguir que o cão largasse a cabeça da menina

Uma menina de 1 anos e 10 meses está internada em estado grave desde que foi atacada por um cachorro da raça pit bull dentro de casa neste domingo (16), em Niterói (RJ). Ana Karen Oliveira Ximenes sofreu ferimentos no rosto, no pescoço e teve a mandíbula fraturada devido a força da mordida do animal.

Segundo a mãe, quem avisou sobre o ataque do animal foi seu outro filho, de apenas três anos. “Antes das quatro horas, a gente chegou e eu não tinha almoçado. Eu fui almoçar. Coloquei comida e vim para o sofá, sentei no chão e dei de ‘comezinho’ a eles, que estavam comigo e estavam comendo. Depois que a gente terminou de comer, ele e ela ficaram sentados no sofá. Eu fui colocar o meu celular para carregar e enquanto isso, foi tão rápido que meu filho  de três anos gritou por mim, falando da irmãzinha dele”. 

“Ela estava na boca do cachorro. Ela estava agarrada pelo queixo dela, pelo rosto. Ele não sacudia, ele só segurava, talvez com muita raiva. Segurou com muita força. A gente tentou tirar, a gente batia nele, no cachorro, mas ele não soltava. A gente tentava de tudo para ver se ele abria a boca. Ele ainda arrastou ela”, contou a mãe.

Ana Karen foi socorrida com a ajuda de agentes do programa Segurança Presente. “A gente bateu, bateu, até ele soltar. Assim que a gente conseguiu tirar, a gente correu. Levei ela para o chuveiro, ela estava com muito sangue, muito sangue, a casa ficou toda cheia de sangue. Dei um banhozinho para ver se ela reanimava, se ela ficava espertinha. E ela estava espertinha, com olhinho aberto”, completou a mãe.

Leia a matéria completa no site da RIC Mais.

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