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Casal surta e quebra guichê de companhia aérea em SP

Acompanhados de um bebê de cinco meses, eles se revoltaram com funcionários da empresária aérea

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| Autor:

Da Redação

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Acompanhados de um bebê de cinco meses, eles se revoltaram com funcionários da empresária aérea

Um casal de clientes da companhia área Gol quebraram o guichê de embargue nesta segunda-feira (1), após um atraso em um voo que partiu do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

A mulher, e o homem com uma criança de apenas 5 meses saíram do local no voo G3 1324, que tinha como destino final o aeroporto de Confins, em Minas Gerais.

Devido as circunstâncias do tempo, a aeronave precisou voltar ao destino inicial. O casal foi até o guichê e pediu para que a companhia oferecesse um hotel até o próximo voo. A demora no atendimento revoltou o homem que começou a quebrar os guichês de atendimento.

Nas imagens, é possível ver a mulher gritando e pedindo para a companhia fornecer um hotel para a família. Desesperada ela começa a bater na placa de proteção do guichê com tapas e socos. “Vou começar a quebrar. Resolve, resolve. Ele só tem 5 meses”, diz a mulher sobre o filho. Logo em seguida, o homem arremessa um pedestal contra a placa de proteção de outro guichê.

Aos gritos a mulher pede novamente aos atendentes, “Eu quero que vocês resolvam, o meu menino está com 5 meses. Resolve. A menina falou para mim tem duas horas. O meu menino não tem que pagar por isso, quero alguém resolvendo aqui agora. Quero a polícia, o menino não tem culpa”.

Sem nenhuma solução, a mulher retornar ao guichê pedindo para que a companhia disponibilize um hotel. “Demorei 16 anos para conseguir ter meu filho, gastei R$ 50 mil. Se esse menino adoecer, se acontecer qualquer coisa com ele, eu juro que eu mato, eu mato um por um. Coloca o meu filho em um hotel para tomar um banho. Coloca o meu filho em um hotel”, grita.

O que diz a companhia aérea

Em casos de voos atrasados ou cancelados, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) obriga a companhia aérea, mesmo quando ela não é responsável pelo ocorrido, a fornecer comunicação (acesso à internet e telefone) a partir de uma hora de atraso. Quando o atraso passa de duas horas, as empresas são obrigadas a oferecer alimentação; a partir de quatros horas, o passageiro tem direito a receber acomodação ou hospedagem.

Em nota, a Gol reforçou que após a decolagem, o voo G3-1324 (Guarulhos - Confins) precisou retornar por conta das condições meteorológicas adversas em Confins, na Grande Belo Horizonte. A companhia diz que ofereceu o suporte necessário a todos os clientes e acomodou os passageiros para seguir viagem em voos programados para esta terça-feira (2).

De acordo com a GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, a Polícia Militar foi acionada e os passageiros envolvidos foram conduzidos para a delegacia da Polícia Civil, para registro da ocorrência.

Informações - O Tempo

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