Acusados da morte de psicóloga vão a júri em Curitiba | aRede
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Acusados da morte de psicóloga vão a júri em Curitiba

O Tribunal do Júri acontece no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba, presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

O Tribunal do Júri acontece no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba, e é presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.
O Tribunal do Júri acontece no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba, e é presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. -

Da Redação

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O Tribunal do Júri acontece no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba, presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba

Começou hoje (23), o júri popular dos cinco acusados de envolvimento na morte da psicóloga Melissa de Almeida Araújo, na cidade de Cascavel, em maio de 2017. O Tribunal do Júri acontece no auditório da Sede Ahú da SJPR de Curitiba, presidido pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. Somente um dos acusados está presente, os demais irão prestar depoimento de forma virtual dos presídios onde estão. 

Seguindo os protocolos de biossegurança para a realização do júri, foi realizada a testagem de todos os jurados. Posteriormente, o juízo realizou o sorteio dos jurados, dentre os presentes, para formar o conselho de sentença

O CASO

A vítima foi brutalmente assassinada por ser agente na Penitenciária Federal de Catanduvas. Segundo as investigações, o crime foi motivado em represália à atuação regular do Estado brasileiro no controle da disciplina interna nas unidades do sistema carcerário federal. 

Segundo a acusação, os denunciados agiram no interesse da maior facção criminosa que atua em todo território nacional, movidos pelo propósito de vingança a funcionários e autoridades do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), e também motivados pela ideia de intimidação de toda a categoria de agentes penitenciários federais. 

Melissa foi morta em frente ao condomínio onde morava com o marido e o filho, residência distante 55 km de Catanduvas. A psicóloga teve sua rotina monitorada por pelo menos 40 dias e foi considerada um alvo de “fácil alcance”, conforme as investigações. Por se tratar de crime contra a vida de servidor público federal no exercício de suas funções, a competência para julgamento é do Tribunal do Júri da Justiça Federal.

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