Lojas de PG recorrem à Justiça contra restrições | aRede
PUBLICIDADE

Lojas de PG recorrem à Justiça contra restrições

Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) entrou com um mandado de segurança para garantir a continuidade das atividades

Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) entrou com um mandado de segurança
Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) entrou com um mandado de segurança -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac) entrou com um mandado de segurança para garantir a continuidade das atividades

“Se um cliente precisar de um cano ou conexão para consertar um vazamento, ele não vai querer pagar R$ 10 de frete num produto que, muitas vezes, custa menos de R$ 1. Fica inviável para nós”, desabafa Camila Antunes, sócia-proprietária da Antunes Materiais de Construção. Ela é uma das várias comerciantes que tiveram o seu negócio impactado pelas novas restrições impostas pelo poder público municipal para conter a pandemia de Covid-19 em Ponta Grossa.

Nesta quinta-feira (18), a Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac), que representa os trabalhadores em Ponta Grossa e outros municípios dos Campos Gerais, entrou com um mandado de segurança para que o setor possa permanecer com as portas abertas durante o período de lockdown. Segundo o decreto municipal 18.765/2021, as atividades devem ser suspensas até o dia 28 de março. A decisão de entrar com o mandado de segurança foi tomada em reunião na noite de quarta-feira (17).

“Nós não sabemos o que fazer. Os clientes vêm bater na nossa porta em busca de uma torneira que estourou e nós não podemos atender. Se ao menos tivessem liberado o atendimento em drive thru para que a gente pudesse entregar o produto”, conta Camila. Ela destaca que com as obras paralisadas no setor de construção civil, a procura é por itens para pequenos reparos, que possuem valor menor e inviabilizam a venda por delivery.

De acordo com a comerciante, um dos principais argumentos para que o setor possa manter as portas abertas é ser considerado como essencial no decreto emitido pelo Governo Federal (decreto nº 10.344 de maio de 2020). “Nós somos um dos segmentos que mais gera receita e mais emprega. Não podemos parar”, frisa.

Entretanto, Camila admite preocupação com a situação de emergência de saúde que se instalou no município. “Nós sabemos o colapso que estamos passando no sistema público e privado de saúde e prezamos pela dos nossos colaboradores e dos nossos clientes. Aqui na Antunes nós temos 22 famílias que dependem de nós e não queremos mandar ninguém embora”, enfatiza.

Com informações da assessoria de Imprensa 

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right