Contra cloroquina, Ludhmila é cotada para assumir Saúde
Ludhmila é médica cardiologista e já criticou a condução do combate à pandemia no país. Ela é cotada para assumir o Ministério da Saúde.

Ludhmila é médica cardiologista e já criticou a condução do combate à pandemia no país. Ela é cotada para assumir o Ministério da Saúde.
A médica Ludhmila Hajjar, cotada para substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, já criticou a condução da pandemia pela gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em diversas entrevistas, a cardiologista falou contra o “tratamento precoce” da Covid. Ludhmila Abrahão Hajjar tem 43 anos e é cardiologista no Instituto do Coração de São Paulo (Incor) e também trabalha na rede de hospitais Vila Nova Star.
De acordo com o jornal O Globo, ela foi sondada por interlocutores do governo e se reuniu com Bolsonaro na tarde deste domingo (14). Em entrevista concedida para o Jornal Opção, de Goiás, na semana passada, a médica fez duras críticas à forma que o Brasil está lidando com a pandemia.
Sem citar nomes, Ludhmila também fez críticas à política de aquisição de vacinas escolhida pelo governo, que resolveu apostar apenas no imunizante da AstraZeneca/Oxford. “O Brasil já deveria estar hoje com cinco ou seis vacinas disponíveis”, declarou.
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