Amigos pedem justiça por bailarina encontrada morta
Grupo esteve mobilizado em frente ao Teatro Guaíra, no Centro de Curitiba, onde a jovem costumava se apresentar

Grupo esteve mobilizado em frente ao Teatro Guaíra, no Centro de Curitiba, onde a jovem costumava se apresentar
Amigos da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, de 25 anos, encontrada morta em uma cachoeira localizada entre as cidades de Marialva e Mandaguari, na região metropolitana de Maringá, realizaram uma manifestação na tarde deste sábado (1º). O grupo esteve mobilizado em frente ao Teatro Guaíra, no Centro de Curitiba, onde a jovem costumava se apresentar.
O corpo da bailarina foi encontrado no domingo (26) com sinais de violência sexual e asfixia, segundo a Polícia Civil. Ela também era estudante universitária e professora de capoeira.
Kelli Lopes, empresária e artista, conhecia Maria Glória, a Magó. “Estamos sensíveis para lembrar o que aconteceu com ela. Foi assassinada brutalmente. Uma ativista pelas mulheres e uma artista sensível, que deixa um lugar a vazio na mesa e nos palcos. Era um ser de luz que nos deixou”, lamentou.
Fernando Nascimento, professor e artista, ressaltou que o ato também busca mostrar repúdio a outros casos de feminicídio. “Estamos aqui para um ato de amor e de vida. Nos colocamos no lugar destas vítimas de violência. Pedimos respeito pelas mulheres. É uma reunião de artistas que querem paz e respeito”, explicou.
A Polícia Civil segue investigando a morte da bailarina, até o momento sem novas informações sobre o suspeito de cometer o crime.
Informações Banda B.





















