Gaeco deflagra 6ª fase da Operação Quadro Negro
Braço da operação atinge Castro, nos Campos Gerais. Objetivo é recolher provas sobre irregularidades em obras de reforma e construção de escolas estaduais do Paraná

Braço da operação atinge Castro, nos Campos Gerais. Objetivo é recolher provas sobre irregularidades em obras de reforma e construção de escolas estaduais do Paraná
O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou na manhã desta quarta-feira (7) a 6ª fase da Operação Quadro Negro. O objetivo é recolher provas sobre irregularidades em obras de reforma e construção de escolas estaduais do Paraná. Foram expedidos 22 mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Cascavel e Castro.
Em abril, o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), a ex-primeira-dama e ex-secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, e outras cinco pessoas viraram réus por obstrução dentro da Quadro Negro, que apura desvios de verba de mais de R$ 20 milhões. Desta vez, não há mandados de prisão, apenas de busca e apreensão com alvo em empreiteiros e construtoras. Os nomes e detalhes não foram revelados pelo Gaeco.
De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR) o esquema ocorreu entre 2011 e 2015. Em um dos condomínios de luxo em Santa Felicidade, os integrantes do Gaeco precisaram pedir a intervenção da Polícia Militar já que o porteiro não permitiu a entrada. A PM chegou e os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma das casas.
Esta etapa da Quadro Negro envolve 22 empresas que mantiveram contratos com o Estado. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 9ª Vara Criminal de Curitiba, a pedido do MPPR. As buscas são feitas nas residências de 29 empresários e de dois ex-servidores públicos (três casas). Estão sendo apreendidos celulares, computadores, documentos e valores. Todo material será agora analisado.
Informações Banda B.





















