Medida que barra fraudes no INSS ganha apoio da população
<span style="color: rgb(0, 0, 0);">A expectativa é de que a votação aconteça na sessão marcada para esta tarde e o assunto movimenta as redes sociais</span>

A expectativa é de que a votação aconteça na sessão marcada para esta tarde e o assunto movimenta as redes sociais
O Senado Federal decide hoje o futuro da Previdência Social. A votação da MP 871,conhecida como antifraude, perde a validade nesta segunda-feira, 3, e deve ser votada no prazo limite. A expectativa é de que a votação aconteça na sessão marcada para esta tarde e o assunto movimenta as redes sociais. A hashtag ≠SenadoQuorumMP871 é o assunto mais comentado do twitter hoje. Pela mesma rede social, o presidente Jair Bolsonaro destacou a importância da aprovação, pelo bem do Brasil e dos brasileiros.
O texto do relator Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) prevê um grande pente-fino no INSS, com um programa de revisão de benefícios. Outro ponto chave é a alteração no auxílio reclusão, que passa a exigir uma contribuição mínima de 24 meses para que familiares de um trabalhador preso possam requerer o benefício. Hoje basta uma única contribuição. Além disso, os sindicatos rurais já não serão os responsáveis pelas declarações de tempo de serviço. O trabalhador fará um cadastro nos órgãos públicos, sem passar por intermediários.
A comissão mista que analisou a MP 871 foi instalada no início de abril, quando o deputado federal Paulo Eduardo Martins foi escolhido como relator. Num curto período de tempo, ele comandou audiências públicas, fez reuniões com técnicos e as partes envolvidas e fechou o texto. Na semana passada, depois de algumas emendas, a MP foi aprovada na Câmara. “Foi um trabalho extenso, minucioso, mas de extrema necessidade para o futuro do Brasil, porque é fator primordial para a própria reforma da Previdência e pode garantir uma economia de R$ 100 bilhões ao país”, declarou o deputado Paulo Eduardo Martins.





















