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Aliel faz palestra em evento sobre a Reforma da Previdência

Parlamentar foi convidado pelos auditores fiscais da Receita para abordar o tema

Deputado federal Aliel Machado na palestra em Curitiba sobre os impactos da Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal
Deputado federal Aliel Machado na palestra em Curitiba sobre os impactos da Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal -

Da Redação

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Parlamentar foi convidado pelos auditores fiscais da Receita para abordar o tema

Um Seminário organizado pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional) discute nesta segunda e terça-feira (8 e 9) em Curitiba os impactos da Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal. O deputado federal Aliel Machado (PSB) foi um dos convidados para falar sobre o tema. O parlamentar é integrante da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência e tem percorrido vários municípios para debater o assunto.

Também participaram do evento o representante do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Clemente Ganz Lucio, o deputado federal Rodrigo Coelho (PSB-SC), além de representantes da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip). 

Durante sua fala Aliel apresentou dados sobre o impacto da Reforma para os trabalhadores do Regime Geral da Previdência. “Tem muitas informações a serem esclarecidas para a sociedade. A questão da aposentadoria rural, que vai impactar de forma muito pesada nos pequenos municípios, o fim do PIS para quem ganha até dois salários mínimos, o novo cálculo da média dos salários para o pagamento do benefício (que irá puxar o valor das aposentadorias pra baixo), o aumento de idade para professores, entre outras maldades”, afirmou. 

Os palestrantes foram unânimes em apontar a Reforma Tributária como sendo a mais urgente para fazer o país se desenvolver com justiça social. “É preciso tornar progressivo o nosso modelo tributário, para que pese menos no consumo, que impacta os mais pobres, e incida mais na renda e propriedade. Somente assim o sistema tributário vai reforçar o Estado de Bem-estar Social”, disse o representante da Anfip.

“Ao contrário do que diz o governo, essa não é uma reforma que corrige distorções. Ela vai cobrar a fatura de quem mais precisa, de quem ganha menos. Sabemos que ajustes são necessários, mas é preciso justiça. E não é justo exigir de um trabalhador braçal 65 anos de idade e 40 de contribuição para se aposentar com o benefício integral. Além disso as mulheres serão as mais afetadas. Um estudo aponta que simplesmente metade delas não vai mais conseguir se aposentar. É isso que procuramos esclarecer pra sociedade”, alertou Aliel. 

Informações Assessoria de Imprensa

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