Após decisão do STJ, Richa deixa prisão e volta para casa | aRede
PUBLICIDADE

Após decisão do STJ, Richa deixa prisão e volta para casa

Ex-governador estava preso no Complexo Médico-Penal de Pinhais desde segunda-feira durante a Operação Integração

VÍDEO
| Autor:

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Ex-governador estava preso no Complexo Médico-Penal de Pinhais desde segunda-feira durante a Operação Integração

O ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) deixou na manhã desta sexta-feira (1) o Complexo Médico Penal (CPM), em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Ele estava ao lado do advogado após habeas corpus concedido pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, que deferiu liminar em e determinou a libertação imediata de Richa. O vídeo divulgado pelo portal Banda B mostra o momento em que Richa sai da unidade prisional.

O ex-governador do Paraná foi preso na manhã do dia 25 de janeiro pela Polícia Federal. A prisão preventiva do tucano foi decretada pelo juiz Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba. O pedido foi feito pelo força-tarefa da Lava Jato na Operação Integração, que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na concessão de rodovias federais no Paraná que fazem parte do Anel da Integração.

Segundo a Procuradoria, dos R$ 2,7 milhões, R$ 142 mil foram lavados por meio de depósitos feitos para a Ocaporã Administradora de Bens. Embora esteja no nome da mulher e dos filhos de Richa, a empresa, conforme investigações, era controlada pelo tucano. Já a maior parte dos recursos, cerca de R$ 2,6 milhões, teriam sido lavados por Richa por meio da compra de imóveis – em nome da Ocaporã – com a ajuda do contador.

Beto Richa já havia sido preso na Operação Radiopatrulha, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em setembro do ano passado, quando era candidato ao Senado. O tucano foi solto após quatro dias por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Richa é réu na Radiopatrulha, que apura irregularidades no Programa Patrulha do Campo, de manutenção de estradas rurais. Segundo o inquérito, há indícios de direcionamento de licitação e pagamento de propina a agentes públicos, além de lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.

Informações Banda B.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right