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Copel vai reduzir custos e economizar R$ 10 milhões por ano

Entre as medidas estão a entrega de imóveis locados, redução do número de assessores, extinção de gerências

Iniciativa foi anunciada pelo governador Ratinho Junior em reunião do secretariado
Iniciativa foi anunciada pelo governador Ratinho Junior em reunião do secretariado -

João Vitor Rezende

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Entre as medidas estão a entrega de imóveis locados, redução do número de assessores, extinção de gerências

A Copel vai adotar uma série de medidas para reduzir custos. As primeiras iniciativas, que vão gerar economia de R$ 10 milhões por ano, foram anunciadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e pelo presidente da companhia, Daniel Pimentel Slaviero, nesta terça-feira (29), durante a reunião da equipe do governo, no Palácio Iguaçu.

As subsidiárias não terão nomeação de novos diretores adjuntos, haverá redução de 50% dos cargos de assessores e a extinção dos cargos de gerente assistente de superintendência em todas as diretorias. Além disso, será feita a desocupação dos prédios locados em Curitiba – das Ruas Emiliano Perneta e Comendador Araújo e o Polo Barigui, na Rua Mario Tourinho, um total de 5.000 metros quadrados de área útil. Estas medidas serão colocadas em prática a partir de fevereiro.

Somente com pessoal, serão economizados R$ 4,8 milhões por ano, com redução de 35 cargos. Já com a devolução das estruturas prediais, serão menos R$ 3,3 milhões com custo de aluguel no orçamento da Copel e menos R$ 1,9 milhão de gastos com os serviços agregados.

Os 260 empregados que trabalham nestes prédios serão remanejados para as estruturas já existentes. Em 2018 a Copel diminui 563 postos de trabalho com o Programa de Demissão Incentivada (PDI), abrindo não só espaço nos edifícios da empresa como também uma economia de R$ 152 mil ao ano com salários.

“Essas medidas são o primeiro passo de uma série de providências que serão tomadas na revisão da área administrativa da maior empresa do Paraná”, afirmou o governador. “A iniciativa da Companhia faz parte da nossa estratégia de governo de reduzir o custo da máquina pública para sobrar dinheiro para ao que é essencial à população, que é o investimento forte em saúde, educação, segurança e infraestrutura”, enfatizou.

Desde o início da gestão já houve a redução no número de secretarias (de 28 para 15) e haverá fusão de autarquias. O governador congelou salários do primeiro escalão e adotou o uso do brasão (símbolo do Paraná) como marca de gestão, sem gastos com logomarca de gestão.

Também foi encerrado o contrato de locação do jato que estava à disposição do Governo do Estado, com economia de R$ 4,5 milhões, e determinada a auditoria na folha de pessoal ativo e de inativos. A meta estabelecida é reduzir os gastos de custeio da máquina pública em pelo menos 20%.

Com informações da Agência Estadual

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