Justiça bloqueia bens do ex-jogador de vôlei Ricardinho
Promotoria encontrou indícios de desvio de dinheiro público por parte do campeão olímpico

Promotoria encontrou indícios de desvio de dinheiro público por parte do campeão olímpico
Os bens do ex-jogador de vôlei Ricardinho foram bloqueados pela Justiça na última segunda-feira (17). A decisão foi tomada pelo juiz Nicola Fascati Junior, da 2ª vara da Fazenda Pública de Maringá, a partir de um pedido do Ministério Público.
A 20º promotoria de Patrimônio Público encontrou indícios de desvio de dinheiro público por parte do campeão olímpico, que é ex-jogador da seleção brasileira. Tal bloqueio é referente aos jogos realizados em Maringá no ano de 2014: a Liga Mundial e também final da Copa Brasil de Vôlei.
Além disso, a Vôlei Brasil Centro de Excelência, que é a razão social do Maringá Vôlei/Copel Maringá, time que disputa a Superliga; Rogério Leandro Rodrigues, tesoureiro do Maringá Vôlei, Maria do Carmo Panza, sogra de Ricardinho e diretora do time de vôlei, também tiveram os bens bloqueados. A Justiça decretou o bloqueio de R$ 847,9 mil reais da cada uma das quatro partes.
Durante a investigação, o MP conseguiu a quebra do sigilo bancário, que mostrou R$ 523 mil dos R$ 880 mil depositados pela prefeitura na conta do Maringá Vôlei, retirados do caixa. Parte do dinheiro foi para a conta da sogra de Ricardinho, Maria do Carmo Panza, e depois para a conta do ex-jogador.
Outro lado
Em nota, a assessoria de imprensa de Ricardinho e do Maringá Vôlei informou que o questionamento levantado pelo Ministério Público trata-se de dois eventos isolados realizados em 2014 (Copa Brasil e Liga Mundial), e não de atividades cotidianas desenvolvidas pela associação e por Ricardinho e que o Maringá Vôlei não fez contratação com a Prefeitura, mas sim com a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Informações GMC Online





















