Francischini passa de 400 mil votos e garante bancada ao PSL
Deputado atinge marca histórica e faz PSL ter maioria na Alep; PSD, PSB e PT completam as maiores bancadas do estado

Deputado atinge marca histórica e faz PSL ter maioria na Alep; PSD, PSB e PT completam as maiores bancadas do estado
De nenhuma cadeira para oito nomes. Este foi o saldo do Partido Social Liberal (PSL) no pleito eleitoral para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), que neste domingo (7) saiu da falta de representatividade para a maior bancada no estado.
O grupo também comemora o destaque Delegado Francischini, um dos maiores aliados do presidenciável Jair Bolsonaro, registrando o maior índice dos candidatos estaduais com 427.521 mil votos válidos e mais três deputados federais.
Após a confirmação da conquista de seu terceiro mandato, Francischini revelou que seria candidato a uma cadeira no Senado. Porém, mudou de planos após ser convocado para participar ativamente da campanha nacional de Bolsonaro. “Me sinto recompensado pelo eleitor paranaense por ter me dedicado em um projeto nacional de eleger o Bolsonaro como presidente. É uma alegria grande e mostra que a campanha de Bolsonaro é um ‘tsunami’ no Paraná”, destaca. Contabilizando somente a maior votação da história para um candidato, o ex-secretário de Segurança no Governo de Beto Richa garantiu quatro cadeiras ao PSL.
A segunda maior bancada é do PSD, com seis nomes. O PSB tem a terceira maior composição, com destaque para Alexandre Curi, o segundo mais votado do Paraná, com 147.295 mil votos. O PT garantiu quatro cadeiras, incluindo Professor Lemos, que teve o terceiro maior índice, com 84.766 mil votos.
Ao todo, treze candidatos não conseguiram a reeleição. Entre eles, estão: Adelino Ribeiro (PRP), Ademir Bier (PSD), Alexandre Guimarães (PSD), André Bueno (PSDB), Cantora Mara Lima (PSC), Claudio Palozi (PSC), Claudia Pereira (PSC), Elio Rusch (DEM), Evandro Junior (PSDB), Hussein Bakri (PSD), Nereu Moura (MDB), Péricles Mello (PT) e Wilson Quinteiro (PSDB).
Filhos de políticos fracassam nas eleições estaduais
Três filhos de políticos do Paraná com longa trajetória não conseguiram se eleger. Luiz Hauly Filho (PSDB) teve 22.430 votos. O pai Luiz Carlos Hauly (PSDB), que já foi Secretário da Fazenda do Paraná em duas oportunidades, tentou conquistar seu oitavo mandato em Brasília como representante paranaense, mas não obteve sucesso. Com 20.021 votos, Marcello Richa (PSDB) também não foi eleito. Marcelo é filho do ex-governador Beto Richa, que foi apenas o sexto candidato mais votado na corrida ao Senado, com a campanha tendo registrado grande queda após os casos policiais que envolveram Beto em setembro.
Com o pai tendo cinco mandatos na Assembleia Legislativa e sendo governador por seis meses, Bruno Pessuti não conseguiu trilhar o caminho de Orlando Pessuti nesta eleição. Concorrendo pelo PSD, Bruno teve apenas 12.274 votos, sendo o 15º entre os 33 nomes em seu partido e o menos votado entre os outros três ‘discípulos’ citados.





















