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Brasil tem o maior número de candidatos à presidência desde 1989

Ao todo, 13 chapas disputam o cargo de presidente(a) e vice em 2018

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Da Redação

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Ao todo, 13 chapas disputam o cargo de presidente(a) e vice em 2018

Neste domingo (7), ao escolher o candidato(a) a presidente(a) da República, o brasileiro terá ao todo 13 opções - esse é o maior número de postulantes ao cargo desde 1989 quando foram 22 concorrentes. Este ano, o atual ocupante do cargo, Michel Temer (MDB), não buscará a reeleição - essa é a primeira vez que um presidente não busca um novo mandato desde que essa possibilidade foi aprovada em 1997.

Após duas décadas e polarização entre PT e PSDB nas disputas pelo Palácio do Planalto, o pleito deste ano deverá ser o primeiro em que a disputa pelo mais alto cargo da República não será decidida entre as duas legendas. Com Jair Bolsonaro (PSL) e General Hamilton Mourão (PRTB) na liderança, as pesquisas mais recentes indicam que a dupla disputará o segundo turno com Fernando Haddad (PT) e Manuela D'Ávila (PCdob).

A disputa de 2018 marca semelhanças com a eleição de 1989. A primeira delas aconteceu depois da morte de Tancredo Neves, primeiro presidente democraticamente eleito após o Golpe Militar de 1964 - o cargo foi assumido por José Sarney. Já em 2018, os brasileiros voltam às urnas depois do processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT), presidente eleita em 2014 e afastada em 2016.

Outra semelhança entre os pleitos de 1989 e 2018 está no envolvimento de outsiders e celebridades como candidatos. Em 89, o apresentador de TV, Silvio Santos, foi anunciado como candidato à presidência pelo PMB (Partido Municipalista Brasileiro), mas após uma série de problemas partidários e jurídicos sobre o registro da candidatura, Silvio desistiu do pleito.

Em 2018, o apresentador Luciano Huck, chegou a flertar com uma candidatura ao cargo máximo da República - o partido que mais se aproximou do apresentador foi o PPS, mas questões empresariais fizeram com que o apresentador global também desistisse da disputa. Luciano chegou fazer uma série de reuniões com o economista Paulo Guedes, hoje ligado à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

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