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Beto e Fernanda Richa vão para unidade da PM

Beto e Fernanda Richa passaram a noite em batalhão da Polícia Militar, enquanto aguardam julgamento do pedido de habeas corpus

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Da Redação

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Beto e Fernanda Richa passaram a noite em batalhão da Polícia Militar, enquanto aguardam julgamento do pedido de habeas corpus

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) determinou a transferência do ex-governador do Paraná Beto Richa, candidato ao Senado pelo PSDB, e da mulher e ex-secretária estadual Fernanda Richa do Complexo Médico-Penal (CMP), em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, para o Regimento da Polícia Montada, no bairro Tarumã, em Curitiba.

Os dois foram transferidos por volta das 22h, logo após a decisão do desembargador Laertes Ferreira Gomes, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). O habeas corpus para o casal deve ser julgado nas próximas horas. Beto e Fernanda estão com a prisão temporária, que tem duração de cinco dias. O casal ainda não prestou depoimento.

Beto foi alvo de duas operações: uma realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), pela qual foi preso, e outra da Polícia Federal (PF), na 53ª fase da Lava Jato, na qual a casa dele passou por busca e apreensão.

Segundo a Lava Jato, o empresário Jorge Atherino usa suas empresas “para movimentação expressiva de valores sem origem identificada”. Além disso, constatou-se o emprego de sofisticados métodos de lavagem de dinheiro, envolvendo contas no Brasil e no exterior. Portanto, a liberdade dos réus coloca em risco a ordem pública. A Lava Jato apura o envolvimento de Richa em relação à utilização de empresas em nome de familiares para movimentação de valores.

O Gaeco investiga irregularidades no programa Patrulha do Campo, que faz manutenção em estradas rurais. Já a Lava Jato mira em crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes à duplicação da PR-323, favorecendo a empresa Odebrecht.

Informações Banda B.

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