Judiciário entrega mais de 180 mil armas ao Exército
A ação conjunta visa retirar esses artefatos dos fóruns garantindo a segurança dos servidores e das pessoas que frequentam essas unidades judiciárias.

A ação conjunta visa retirar esses artefatos dos fóruns garantindo a segurança dos servidores e das pessoas que frequentam essas unidades judiciárias.
Entre novembro do ano passado e junho deste ano, cerca de 183.964 artefatos usados em crimes, entre armas e munições, foram recolhidos dos Tribunais de Justiça nos Estados e encaminhados ao Exército Brasileiro para destruição em uma importante contribuição para o desarmamento. A retirada de armas e munições das unidades do Poder Judiciário em todo o território nacional vem sendo feita no âmbito da Operação Vulcão e faz parte de um acordo de cooperação técnica firmado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Exército no fim do ano passado.
A parceria entre o CNJ e o Exército ampliou a efetividade da Resolução 134 do CNJ que estabeleceu que os tribunais devem encaminhar ao Comando do Exército, pelo menos duas vezes por ano, as armas e munições apreendidas. A ação conjunta visa retirar esses artefatos dos fóruns garantindo a segurança dos servidores e das pessoas que frequentam essas unidades judiciárias. É, também, uma iniciativa que cria um fluxo permanente de recolhimento e destruição das armas apreendidas, de forma a evitar o acúmulo e o armazenamento desses itens nos Tribunais de Justiça.
Entre os artefatos que foram recolhidos entre novembro do ano passado e junho deste ano constam armas de fogo (espingardas, carabinas, rifles, revólveres, pistolas e garruchas) e munições diversas. As armas recolhidas dos Tribunais de Justiça foram as consideradas desnecessárias pelos juízes para a continuidade e instrução dos processos judiciais.
Informações Agência do Rádio





















