Bombeiros atendem parto às pressas na região de Curitiba
Bebê nasceu no quarto da família. Mãe e filho passam bem

Tudo indica que os bebês em Curitiba e Região Metropolitana (RMC) estão com muita pressa de nascer. Os socorristas do Siate de Fazenda Rio Grande, na RMC, atenderam na manhã deste sábado (28), mais um caso de parto em que o bebê não esperou a mãe ir até o hospital e veio ao mundo em casa mesmo. Foi o terceiro caso registrado na região em 20 dias. As informações são da Rádio Banda B.
Desta vez, uma família de Fazenda Rio Grande chamou os bombeiros porque a criança nasceu ainda na cama da mãe. “Quando chegamos, a mãe estava na cama já com os filhos nos braços. Fizemos os primeiros socorros, cortamos o cordão umbilical e encaminhamos mãe e filho até o Hospital do Trabalhador. Foi um susto pra todos, mas os dois estão bem. A família disse que as contrações começaram e o bebê nasceu muito rápido. É o terceiro filho dela, que tem 29 anos”, disse o soldado Biel, do Siate.
Segundo a família, o parto estava previsto para daqui a uma semana, mas o bebê não quis esperar.
Outros casos
No dia 9 de abril, uma mulher estava presa em um congestionamento na Avenida Visconde de Guarapuava, no Centro da cidade, quando entrou em trabalho de parto. Ela não conseguiu chegar ao hospital a tempo e o bebê nasceu dentro do carro. Bombeiros auxiliaram mãe e filha e os dois foram levados ao hospital
No dia 17, outro caso. Policias militares do Batalhão de Policia de Trânsito e agentes da Guarda Municipal de Curitiba fizeram um parto próximo à sede da Polícia Federal (PF), no bairro Santa Cândida, em Curitiba. A família pediu ajuda junto ao bloqueio que acontece devido à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pequena Mikaela veio ao mundo ali mesmo.
A mulher, de 30 anos, sentiu as contrações e foi até uma maternidade em Colombo, onde o médico de plantão disse que ainda não estava na hora. Com fortes dores e já entrando em trabalho de parto, ela decidiu ir até um hospital em Curitiba, mas quando passava pela sede da PF percebeu que não daria mais tempo.





















