Polícia apresenta cliente suspeito de matar advogado
Advogado Leonardo Ivankio Sudul foi morto a tiros em Curitiba; bandidos trancaram corpo no porta-malas de carro e incendiaram veículo

Advogado Leonardo Ivankio Sudul foi morto a tiros em Curitiba; bandidos trancaram corpo no porta-malas de carro e incendiaram veículo
Duas pessoas, entre elas o suspeito de executar o advogado criminalista Leonardo Ivankio Sudul, de 28 anos, morto no início de novembro, foram presos na última semana no bairro Parolin, em Curitiba. O suspeito, um rapaz de 22 anos responderá pelo crime de homicídio qualificado.
De acordo com a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ele foi o responsável de executar o advogado com quatro tiros. Na delegacia, o rapaz confessou o crime e alegou que ele e sua família estavam sendo ameaçados por telefone, por isso matou o advogado. “É inadmissível uma pessoa falar que matou outra por estar sendo ameaçada, até porque o histórico policial do suspeito é conhecido pela polícia”, falou o delgado responsável pelo caso, Cássio Conceição, da 2ª Delegacia de Homicídios da DHPP.
Durante as diligências, a equipe chegou até uma mulher, Luiza Helenna, de 20 anos, presa no bairro CIC, com uma metralhadora. A arma foi apreendida. Ela estava guardando a metralhadora que era de Kleverson Hilhian Prestes (preso no dia 29/11 em Florianópolis, suspeito de participação no crime).
Para a polícia, Sudul foi vítima de uma emboscada. No dia do crime, o advogado teria ido ao encontro dos homens para conversar sobre um dos processos que eles respondiam, mas não imaginava que seria morto. Depois de ser baleado, ainda no local do encontro, os bandidos colocaram o advogado dentro do seu próprio carro e foram até o bairro Uberaba - onde atearam fogo no veículo com o corpo do advogado dentro.
Até agora, quatro pessoas já foram presas suspeitas de participação do crime que brutalmente tirou a vida do advogado criminalista. Todos, serão indiciadas por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Se condenados, poderão pegar mais de 30 anos de reclusão.
Informações Polícia Civil.





















