Clima seco deixa PG em alerta contra incêndios | aRede
PUBLICIDADE

Clima seco deixa PG em alerta contra incêndios

Somente em julho houve 1.013 casos, em todo o Paraná. Papel da população é essencial para prevenir casos

Somente em julho houve 1.013 casos, em todo o Paraná
Somente em julho houve 1.013 casos, em todo o Paraná -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Geada e tempo seco contribuem para que a vegetação de áreas urbanas e rurais seja atingida pelo fogo, que pode se alastrar rapidamente. Somente em julho houve 1.013 casos, em todo o Paraná. Papel da população é essencial para prevenir ocorrências

As geadas que se tornam mais frequentes nesta época do ano, somadas à a falta de chuva, aumentam os riscos de incêndios em vegetações de áreas urbanas, rurais e florestais. 

O presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, explica que os incêndios, principalmente em áreas de florestas, causam prejuízos ao meio ambiente e também à saúde do ser humano. “Quando você coloca fogo em uma área, a vegetação vai se transformar em cinzas, deixando locais descobertos para erosão, mas o principal dano é para a saúde das pessoas e o desgaste de fauna e de flora, o que acarreta ainda a perda de biodiversidade e contribui para o desequilíbrio florestal”, disse.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, somente neste ano foram registradas 3.525 ocorrências. Julho é o mês com o maior número de incêndios – foram 1.013, com um ferido e sem mortes. Antes, o mês que com mais ocorrências era março, como 549 casos. Em 2016 foram atendidas 10.708 ocorrências de incêndios ambientais no Paraná, com oito feridos.

Historicamente, segundo o Corpo de Bombeiros, julho e agosto são os meses de maior incidência. “Durante o inverno, com a diminuição das temperaturas e da quantidade de chuvas, o tempo fica mais seco e a umidade do ar cai muito. Isso torna o ambiente propício para mais incêndios”, explica a responsável pela Comunicação Social do Corpo de Bombeiros, tenente Rafaela Diotalevi.

As geadas, acrescenta ela, também são cruciais para que os incêndios aumentem, pois queimam a vegetação, facilitando o processo de combustão. “Por isso, é necessário que haja um cuidado redobrado para não provocar nenhuma ignição que inicie um incêndio desses, que pode se propagar rapidamente e tomar grandes proporções em instantes”, destacou a tenente.

Queimada pode configurar crime

O IAP lembra que provocar incêndios em vegetação nativa sem a devida autorização é crime ambiental. O dono do terreno ou a pessoa responsável pelo manejo do fogo pode sofrer as sanções previstas na Lei de Crimes Ambientais e receber multas que variam de acordo com a área queimada. A Defesa Civil Estadual, o Corpo de Bombeiros e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) alertam que a contribuição da população é essencial para prevenir incêndios

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right