Irmã e primo de Aécio Neves são presos pela PF | aRede
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Irmã e primo de Aécio Neves são presos pela PF

Andrea Neves e Frederico Pacheco de Menezes foram presos pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira

Andrea Neves e Frederico Pacheco de Menezes foram presos pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira | Reprodução/Facebook
Andrea Neves e Frederico Pacheco de Menezes foram presos pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira | Reprodução/Facebook -

Da Redação

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A Polícia Federal confirmou a prisão preventiva de Andrea Neves e Frederico Pacheco de Menezes, em Belo Horizonte (MG), irmã e primo do senador Aécio Neves (PSDB). Fred, como é conhecido o primo do parlamentar, teria sido filmado recebendo R$ 2 milhões que teriam sido enviados por Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS.

Conforme informações veiculadas pela Jovem Pan, também foi preso um assessor do senador Zezé Perella (PMDB-MG), Menderson Souza Lima. Conforme informações da Folha de S. Paulo, há também um mandado de prisão preventiva contra o procurador da República Ângelo Goulart Vilela, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Afastado

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar do cargo o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, após a informação divulgada pelo jornal O Globo de que ele aparece em uma gravação pedindo R$ 2 milhões aos donos do frigorífico JBS. O deputado Rocha Loures (PMDB-PR), que teria sido filmado recebendo R$ 500 mil, também foi afastado, a pedido da Procuradoria-Geral da República.

Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão nos gabinetes dos senadores Aécio Neves, Zezé Perrela e do deputado Rocha Loures (PMDB-PR).

No início da noite de ontem (17), o jornal O Globo publicou reportagem, segundo a qual, em uma gravação de delação do dono do grupo JBS, Joesley Batista, diz que Aécio teria pedido R$ 2 milhões ao empresário. O dinheiro teria sido entregue a Fred. A reportagem diz ainda que a entrega foi registrada em vídeo pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que o montante foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella.

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