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Pauliki preside CPI que investigará questões fundiárias no Paraná

Presidente da CPI, deputado estadual ressaltou importância de avanços dos debates no setor. Pauliki quer saber o porquê decisões judiciais não estão sendo cumpridas no Estado

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Da Redação

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Presidente da CPI, deputado estadual ressaltou importância de avanços dos debates no setor. Pauliki quer saber o porquê decisões judiciais não estão sendo cumpridas no Estado

Foi instalada nesta segunda-feira (08) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que irá analisar as questões fundiárias em todo o estado do Paraná. O objetivo é verificar se as ordens judiciais de reintegrações de posse e regularização fundiária de áreas públicas e privadas, rurais e urbanas em todo estado, estão sendo cumpridas ou não. Os trabalhos investigarão situações que envolvem terras públicas e privadas em zonas rurais e urbanas.

De acordo com o presidente da CPI, o deputado estadual Marcio Pauliki (PDT), as primeiras reuniões e audiências públicas devem começar a ser feitas já na próxima semana. No momento, estão sendo levantadas as áreas que serão alvos da investigação. “Estas questões fundiárias são ações judiciais que não estão sendo cumpridas no Paraná e nós queremos saber o porquê. Vamos ouvir órgãos estaduais e federais para dar embasamento a todas as nossas decisões”, explicou.

O relator da comissão é o deputado Paulo Litro (PSDB). Fazem parte da CPI ainda como membros titulares os deputados Elio Rusch (DEM), Claudia Pereira (PSC), Professor Lemos (PT), Tião Medeiros (PTB) e Felipe Francischini (SD). “O estado, historicamente, passa por momentos de tensão e insegurança quando o assunto é regularização fundiárias. Precisamos mapear esses fatos e fazer uma análise profunda sobre este tema”, ressaltou o presidente da CPI, Pauliki.

A CPI conta com sete membros que terão 120 dias para investigar o assunto, com possibilidade de prorrogar por mais 60 dias.

As informações são de Diego Antonelli da assessoria de imprensa. 

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