Audi Q3 chega ao mercado com o motor 1.4 Flex | aRede
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Audi Q3 chega ao mercado com o motor 1.4 Flex

Utilitário esportivo já está nas concessionárias Audi, em três versões, com preços que iniciam em R$ 143 mil

Imagem ilustrativa da imagem Audi Q3 chega ao mercado com o motor 1.4 Flex
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Fernando Irael

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A Audi do Brasil deu início à produção de mais um carro na sua linha em São José dos Pinhais, no Paraná. A montadora passa a fabricar também o Q3 1.4 TFSI Flex com 150 cv de potência. O carro é o segundo da marca com a tecnologia bicombustível produzido localmente e já está sendo distribuído nas concessionárias do país nas versões Attraction, Ambiente e Ambition. 

“Agora passamos a oferecer também a versão flex do SUV premium mais vendido no país em 2016, que chega muito alinhada às necessidades do consumidor brasileiro. Temos certeza que, assim como o A3 Sedan flex, o modelo será um sucesso de mercado”, diz Herlander Zola, diretor de marketing da Audi Brasil.

Com linhas inspiradas nos cupês esportivos e soluções de design inovadoras para a categoria dos SUVs, o Q3 deixa claro, à primeira vista, seu caráter premium. As linhas horizontais predominantes na frente e na traseira do veículo reforçam a impressão de largura e marcam a expressividade do design.

Na dianteira, o elemento principal é a grade trapezoidal. A atitude desafiadora do modelo é ressaltada pelos faróis de xenônio e pelas luzes diurnas de LEDs. Internamente, oferece amplo espaço e alta segurança para até cinco ocupantes. O porta-malas leva até 460 litros de carga.

Motor bicombustível exigiu mudança em equipamentos

A grande novidade do modelo é o novo motor flex 1,4 litro turboalimentado e com injeção direta de combustível, que desenvolve potência máxima de 150 cv entre 4.000 e 6.000 rpm e um generoso torque de 250 Nm, disponível entre 1.500 e 3.500 giros, tanto com etanol quanto com gasolina. As peças que mantêm contato com o combustível, como tanque, galerias, bombas de alimentação, entre outras, recebem tratamentos diferentes para o etanol. Além disso, o propulsor possui um sensor que reconhece a mistura de combustível antes da queima devido à maior precisão exigida pela turbina.

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