Mãe que assassinou e queimou filho: ‘Não aguentava mais ele’
Crime ocorreu em Cravinhos (SP). Em depoimento à polícia, criminosa aponta que reprovava que o filho, que era homossexual, usasse cocaína dentro de casa.

Crime ocorreu em Cravinhos (SP). Em depoimento à polícia, criminosa aponta que reprovava que o filho, que era homossexual, usasse cocaína dentro de casa.
Uma gerente de supermercado, de 32 anos, que matou e queimou o corpo do filho de 17 anos no dia 29 de dezembro de 2016, prestou depoimento à polícia onde apontou que não “aguentava mais ele”, na cidade de Cravinhos, em São Paulo. As informações do site Veja apontam que a criminosa tinha constantes discussões com o menor, que a teria agredido e desafiado em várias oportunidades.
Após uma briga, a mãe teria pego uma faca para se defender do filho que também tinha uma arma branca em seu guarda-roupa, aponta o depoimento. No confronto físico seguinte, a gerente desferiu facadas no pescoço do rapaz. Além da criminosa, o marido, de 30 anos, também foi indiciado pela polícia por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O casal teria enrolado o corpo em um edredom, levando-o a uma rodovia da região onde atearam fogo. O corpo foi encontrado no dia 7 de janeiro. A ideia de queimar o cadáver do filho, informa a polícia, foi da própria mãe, que utilizou o combustível do carro para realizar a ação.
No depoimento, a mãe negou que matou o filho por ele ser homossexual, mas que “apenas reprovava seu comportamento de levar homens desconhecidos para dentro de seu lar e lá fazer uso de drogas”. O jovem era usuário de cocaína. O pai informou que pegou o rapaz apenas fumando maconha, mas não sabia do uso de outras drogas.
As informações são do site da Veja.





















