Acusada de antecipar mortes, Dra. Virginia será interrogada hoje
Médica foi autuada em 2013 por homicídio qualificado e formação de quadrilha por supostamente antecipar a morte de pacientes na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba.

Médica foi autuada em 2013 por homicídio qualificado e formação de quadrilha por supostamente antecipar a morte de pacientes na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba.
A médica Virgínia Helena Soares de Souza, acusada por homicídio qualificado e formação de quadrilha no início de 2013, devido a uma suposta antecipação de mortes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Evangélico, será interrogada, na tarde desta quinta-feira, na Segunda Vara do Tribunal do Júri de Curitiba. Ela e mais sete pessoas foram acusadas pelo Ministério Público do Paraná.
A audiência de interrogatório é um ato procedimental de defesa no qual os acusados esclarecem os fatos diretamente ao Juiz. De acordo com a defesa, Virgínia terá a oportunidade de dirimir quaisquer dúvidas e provar que “naquela UTI apenas praticou medicina intensiva dentro das diretrizes da literatura médica”, garante a defesa.
Segundo o advogado de defesa Elias Mattar Assad, estaria provado cientificamente que pessoas faleceram naquela UTI apenas em virtude dos problemas de suas próprias doenças. Assad disse ainda que o processo esclareceu, por perícia oficial, vários boatos que contribuíram para esse erro acusatório de um processo indevido com catastróficas consequências na vida dos acusados.
Por outro lado, recente laudo complementar, feito a pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR), aponta que Virgínia foi responsável por antecipar a morte de sete pacientes na instituição. O autor do laudo, o médico especializado em UTIs José Mário Meira Teles, disse que é possível concluir cientificamente que as vítimas tiveram as mortes antecipadas.
Informações da Rádio Banda B.





















